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Perguntas Frequentes

Diante da demanda no consultório de psicologia e das perguntas mais frequentes realizadas na prática clínica este espaço foi criado para que o leitor tenha acesso de modo rápido e dinâmico a algumas informações e esclarecimentos que podem lhe ser úteis e lhe auxiliar no seu cotidiano.
Deixando explicito que não há um livro de receitas para felicidade e o êxito pessoal e muito menos um guia prático de como agir na vida, numa situação de conflito ou algo semelhante ou mesmo de que não há um livro de respostas prontas para cada dificuldade ou conflito encontrado no cotidiano, este espaço propõe apenas reflexões e esclarecimentos, os quais podem necessitar de um aprofundamento maior que não caberia nesta proposta realizada aqui, que tem o objetivo de apenas sanar algumas dúvidas e realizar breves esclarecimentos sobre temas e dilemas encontrados no cotidiano.


Adulto


Sub-tema : Conflitos Internos

1 - Não me sinto feliz, o que eu faço?

Não me sinto feliz, o que eu faço?

A felicidade muitas vezes se perde em meio a rotina e as exigências que a vida nos faz a todo momento, ficamos submersos em uma realidade que nos faz esquecer do que nos da prazer, e muitas vezes até mesmo das pessoas que nos fazem bem. Pensando nisso é importante parar e refletir em alguns momentos sobre se tem feito em prol de si mesmo, muitas vezes coisas simples como sair para andar de bicicleta aos domingos de manhã são reforçadores extremamente positivos e não demandam muito tempo nem gastos extensos. Olhar para si é o primeiro passo para resgatar a felicidade que julgamos perdida.

1 - Ando muito ansioso(a), não consigo me concentrar...

Ando muito ansioso(a), não consigo me concentrar...

É natural que em uma cultura em que somos cobrados e exigidos a maior parte do tempo alguns traços de ansiedade fiquem mais demarcados em nossa personalidade, mas é importante lembrar que nem sempre a ansiedade é funcional, apesar de ser necessária à nossa sobrevivência enquanto seres humanos. Por isso, é preciso estar atento, a partir do momento em que a ansiedade começa a trazer prejuízos sociais ou emocionais é importante buscar ajuda de um profissional.

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1 - Não atendo às expectativas dos que estão à minha volta, o que devo fazer?

Não atendo às expectativas dos que estão à minha volta, o que devo fazer?

Muitas vezes o que esperam de nós não é o mesmo que somos capazes ou que queremos oferecer, nesse sentido é essencial afirmar-se como alguém diferente e demonstrar que não há modos melhores e piores de se colocar no mundo, e que a maneira como você pretende levar sua vida apenas é diferente do que esperavam. Esse processo de diferenciar-se e posicionar-se muitas vezes é difícil, tanto para aquele que está se destacando das expectativas, quando para os que as depositaram, mas é possível passar por ele por meio de conversas e de se fazer compreender como um sujeito capaz de responsabilizar-se por suas próprias escolhas.

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1 - Sou mulher e não penso em me casar e nem em ter filhos, mas as pessoas não compreendem, o que fazer em relação a isso?

Sou mulher e não penso em me casar e nem em ter filhos, mas as pessoas não compreendem, o que fazer em relação a isso?

Ao longo da história se consolidaram o que chamamos de papéis de gênero, ou seja, ainda existem alguns aspectos que parecem inerentes ao “ser mulher” e ao “ser homem”, por isso é difícil para os outros compreenderem esse tipo de decisão. Porém, fazer escolhas diferentes do que a sociedade espera de nós não faz de ninguém “menos ou mais homem ou mulher”, na verdade, aquilo que foi construído ao longo dos anos por meio dos discursos pode ser desconstruído por meio deles também! É preciso manter-se firme e segura das escolhas tento como base o que acreditamos que nos fará feliz e nos deixará satisfeitos conosco.

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1 - Estou terminando o ensino médio e não consigo decidir qual curso prestar, como tomar a decisão correta?

Estou terminando o ensino médio e não consigo decidir qual curso prestar, como tomar a decisão correta?

Esse momento é bastante delicado, é comum a insegurança e a indecisão, é importante pesquisar as grades curriculares dos cursos que considera-se possível, e as possibilidades de atuação da profissão, a partir daí pensar sobre as aptidões pessoais, por exemplo, se não consigo lidar com sangue existem alguma profissões que devem ser eliminadas da lista, pois exigem essa habilidade como pré-requisito. E é essencial lembrar-se que não é uma escolha “sem volta”, é possível recomeçar caso não encontre sentido em sua primeira opção. A ajuda de um psicólogo para realizar a orientação vocacional também ajuda a sentir-se mais seguro para tomar a decisão.

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1 - Preciso sofrer de alguma desordem mental para buscar auxílio de um profissional da psicologia?

Não. A Psicologia oferece ferramentas que vão além da díade tratamento-cura, ela oferece possibilidade de autoconhecimento e de compreensão que ajudam na melhora das relações e do bem-estar, influenciando diretamente na felicidade daqueles que se utilizam do serviço.

1 - Psicólogo resolve os nossos problemas?

Na verdade não, o papel do psicólogo refere-se a ajuda na organização das ideias, muitas vezes em momentos de conflito ou em situações difíceis inerentes à condição humana, fica difícil encontrar saídas ou pensar de maneira clara sobre o que está acontecendo, o psicólogo apresenta-se como escuta para o que está difícil de dizer e sustentar, reduzindo a angústia, e como ferramenta para a organização das ideias, possibilitando que o paciente por si só perceba o que é melhor para ele em determinadas situações. A Psicologia busca o crescimento e a independência de seus usuárias, o objetivo jamais é torna-los dependentes ficando a mercê de aconselhamentos psicológicos.

1 - O que é sigilo terapêutico?

O sigilo é uma das ferramentas mais básicas do trabalho do psicólogo, é por meio dele que garantimos que nada do que for dito em sessão será dito a outra pessoa. Busca-se por meio dele deixar o paciente confortável para dizer o que lhe deixa inseguro ou envergonhado, e aquilo que é extremamente difícil de dizer.

1 - O psicólogo vai me receitar remédios?

Não. O psicólogo não receita medicações, mas ele pode efetuar um trabalho multiprofissional com médicos psiquiatras, neurologistas, nutricionistas, fisioterapeutas e uma infinidade de outros profissionais. A psicologia não desvaloriza o tratamento medicamentoso, porém acredita que ele deve ser prescrito quando necessário, de forma criteriosa e deve, na maioria dos casos, estar associado ao suporte terapêutico

1 - Por que é tão importante para nós conhecermos nossas origens e descobrirmos nosso lugar no mundo (utilidade)?

Por que é tão importante para nós conhecermos nossas origens e descobrirmos nosso lugar no mundo (utilidade)?

Em geral, esta pergunta faz parte do quadro de questões a cerca de nossa existência. Nós somos gerados e em nosso crescimento/desenvolvimento nos descobrimos enquanto parte de uma sociedade. E em uma hora ou outra, questionamos a influência do lugar de onde saímos e para onde queremos ir, na construção de nós mesmos. A verdade é que somos extremamente sociais e vivemos em uma sociedade que produz ao mesmo tempo em que é produzida em grupo. Nossas origens nos contam sobre nosso ponto de partida, representam contato com os primeiros padrões que veremos, seja de amor, felicidade, maldade, sucesso. E podem significar um ideal de vida que buscaremos ou não. Por isso são tão importantes.
Enquanto a ideia de “meu lugar no mundo” trata da identidade, ou melhor, do equilíbrio entre a maneira como me vejo e sou visto pelos outros. Aqui falamos de função, profissão, preferências, características que me identificam como unicamente “eu mesmo”. Ser conhecedor de nossas origens e de quem somos, ou seja, o percurso traçado, em resumo é determinado como desenvolvimento pessoal. Construirmo-nos a medida que nos conhecemos, aceitamos nossas diferenças e respeitamos nossos limites.

Sub-tema : Distúrbios do Sono

1 - De que forma o psicólogo pode influenciar na qualidade do sono ?


Antes mesmo de esclarecer como o psicólogo pode auxiliar seu paciente na qualidade do sono, especificamente aquele paciente que sofre com distúrbios do sono, é fundamental compreender o quê origina este distúrbio do sono no paciente, pois os tratamentos para os distúrbios do sono irão variar de acordo com suas respectivas causas, e assim, o psicólogo irá auxiliar seu paciente de um modo distinto para cada origem deste distúrbio. O distúrbio do sono, incluindo a tão conhecida insônia, pode ser desencadeado por quadros de ansiedade, stress, depressão, mudança no ambiente ou no horário de trabalho, má qualidade de vida incluindo maus hábitos alimentares, como ingestão de uma quantidade exagerada de cafeína, sedentarismo e outros, ou mesmo doenças e condições médicas que estejam desencadeando a insônia como, por exemplo, o hipertireoidismo. Assim, o psicólogo irá avaliar a causa primária da insônia, se necessário junto de um especialista da área médica para descartar qualquer hipótese de uma condição fisiológica que esteja desencadeando a insônia, e assim que for identificado que a causa da insônia está relacionada a fatores mentais e emocionais, como quadros depressivos, quadros de ansiedade, stress e afins através da psicoterapia o paciente receberá o tratamento e as orientações pertinentes para superar o distúrbio do sono, adquirindo assim uma melhor qualidade neste e em outros aspectos de sua vida.

1 - Como a má qualidade do sono pode ser identificada?

A má qualidade do sono e os distúrbios do sono podem ser identificados em diversos aspectos como, por exemplo, no humor irritável, fadiga e cansaço, baixo desempenho no trabalho ou estudo, além da dificuldade para adormecer à noite, despertar durante a noite, despertar muito cedo, sonolência diurna, dificuldades ou queda na capacidade de concentração e memória, dores de cabeça, entre outros sintomas.

1 - Existe um tratamento eficaz para se tratar a insônia? Medicamentos? Tratamentos alternativos?

Como explicitado acima, o tratamento para os distúrbios do sono, incluindo a insônia, irão variar de acordo com a causa primária desta. Se relacionada a fatores emocionais e psicológicos a psicoterapia é um recurso valioso e tem se mostrado eficaz para estes casos. Se relacionada a uma condição fisiológica, se buscará a especialidade médica para se tratar a doença que está gerando a insônia, no caso do hipertireoidismo se buscará a especialidade do endocrinologista. Em muitos casos, como por exemplo, nos casos de insônia decorrente de um quadro depressivo o paciente poderá necessitar do tratamento psicológico, através da psicoterapia, e psiquiátrico, através do uso de medicações, além de também poder agregar ao tratamento psicológico e psiquiátrico tratamentos auxiliares como acupuntura, massagens relaxantes, mudanças no estilo de vida, incluindo atividade física e reeducação alimentar, dentre outros recursos que irão variar de acordo com a necessidade e causa da má qualidade do sono que o paciente apresenta.


dúvidas


Sub-tema : Perguntas Comuns

1 - O psicólogo só trabalha em clínicas especializadas?

Não, a psicologia é uma área bastante ampla que lida diretamente com os seres humanos, então basicamente em todos os lugares em que existem pessoas é possível existir a atuação de um psicólogo. Alguns exemplos possíveis são empresas, escolas, hospitais, clubes de futebol, entre outros.

1 - Existe mais de uma modalidade de atendimento clínico na psicologia?

Sim, existem diversas possibilidades de atendimento como o individual, familiar, em grupo, entre outros. Cabe aqui informar-se das modalidades disponíveis dentro das suas possibilidades e selecionar qual lhe parece mais adequada para o seu caso e em qual você se sentiria mais à vontade, mas todas elas apresentam excelentes resultados.

1 - Sou adolescente e tenho medo de que o psicólogo conte o que eu digo a ele aos meus pais...

Esse receio é bastante comum no início dos atendimentos, mas o sigilo vale também para adolescentes em relação aos pais. Se o psicólogo julgar que é necessário compartilhar algo com os pais do adolescente ou da criança para o sucesso do tratamento e para a melhora do quadro isso só será feito mediante um acordo com o paciente, em que ele permita que essa informação seja compartilhada.

1 - Mas são muitos anos de atendimento...

Como dito anteriormente, nem todas as abordagens trabalham com a mesma lógica, existem abordagens que atendem durante muitos anos várias vezes por semana, enquanto outras propõem atendimentos breves, com em média 12 ou 15 sessões. Existem diversas possibilidades de se estruturar o atendimento psicológico, e cada paciente se adequa melhor a uma em relação a outras

1 - Por que psicólogos não podem atender familiares e amigos?

Não é algo que seja proibido pelo código de ética, porém não é recomendado, pois para que o atendimento seja de qualidade e atinja seus objetivos é importante uma postura o mais neutra possível do psicólogo, e é extremamente difícil exercê-la em situações nas quais estamos envolvidos emocionalmente ou afetivamente.

1 - Psicólogos analisam a todos o tempo todo?

Não, psicólogos, assim como quaisquer outros profissionais, trabalham em seu horário de expediente. Seria antiético exercer análises e interpretações sem a autorização das pessoas, e os psicólogos também precisam descansar suas ferramentas de trabalho, como os ouvidos, olhos e mente, para que possam atuar com qualidade nos momentos adequados, já que é um trabalho que exige entrega e dedicação integral.

1 - Psicólogos adivinham o que estamos pensando?

Não, felizmente não desenvolveram uma técnica para adivinhar o que as pessoas pensam, o psicólogo apenas se utiliza de técnicas para fazer interpretações por meio do material que o paciente disponibiliza, e muitas vezes até mesmo o silêncio é um modo de se comunicar.

1 - Pra que servem os testes psicológicos?

Os testes são ferramentas importantes que auxiliam o profissional da psicologia em avaliações para diagnósticos ou capacidades específicas em contexto em que é necessário se obter essas informações. São instrumentos desenvolvidos com cautela e que passam por uma série de testagens até terem sua eficácia comprovada.

1 - Devo levar meu filho ao psicólogo?

Não há necessidade de submeter crianças ao processo terapêutico sem que ela apresente sintomas ou algum comportamento inadequado para sua idade, porém existem algumas atividades propostas por profissionais da psicologia que são lúdicas e não tem o objetivo de tratamento, mas sim se ajudar as crianças a conhecerem suas emoções e a lidar com elas, esse tipo de treino é interessante, são propostas curtas com alto efeito terapêutico. Porém se a criança apresenta algum tipo de comportamento que causa estranheza é importante leva-la para uma avaliação, e o profissional dirá da necessidade da psicoterapia.

1 - O psicólogo vai me receitar remédios?

O psicólogo vai me receitar remédios?
Não. O psicólogo não receita medicações, mas ele pode efetuar um trabalho multiprofissional com médicos psiquiatras, neurologistas, nutricionistas, fisioterapeutas e uma infinidade de outros profissionais. A psicologia não desvaloriza o tratamento medicamentoso, porém acredita que ele deve ser prescrito quando necessário, de forma criteriosa e deve, na maioria dos casos, estar associado ao suporte terapêutico.

PSICÓLOGA EM UBERLÂNDIA-MG
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1 - Um novo ano está começando, é possível verdadeiramente ter um ano diferente do anterior?

Um novo ano está começando, é possível verdadeiramente ter um ano diferente do anterior?

Em um resumo simples, caso mantenhamos os mesmos comportamentos, rotinas, costumes é altamente provável que muitas coisas se repetirão no novo ano. Muitos acontecimentos dão-se independentes de nossa interferência, mas certas repetições são sim consequências de nossas decisões. Por exemplo, relacionamentos amorosos diferentes cujos problemas foram similares, frustração no atingimento de dada meta, após várias tentativas, todas estas situações podem sim ser justificadas pela não mudança das ferramentas e manutenção de respostas não assertivas. Para uma mudança efetiva, é necessário avaliar e realizar um balanço sobre o que precisa ou ser mudado(o que mudar), construir um plano de ação(como mudar, o que fazer, necessidade de auxílio ou não), em quanto tempo(prazos), e então com dada motivação e empenho poderá-se observar reais mudanças. Caso contrário os votos de mudança, bem como os de desejos para o novo ano, não irão muito além de palavras lançados por convenção. Comprometa-se com este novo ano e gere as alterações necessárias, para vivê-lo da melhor maneira!

1 - Nossa expetativa de vida depende também da genética ou da forma como cuidamos de nossa saúde?

É certo que a medicina pode aumentar consideravelmente nossa expectativa da vida. Mas apenas cerca de 20% a 30% de nossa expectativa é determinada por nossos genes. Todo o restante depende do cuidado que exercemos sobre nossa saúde. E isso inclui alimentação saudável, prática de atividade física, boas noites e horas de sono, manutenção e promoção de saúde mental.

Estar com o “corpo em dia” é bom, mas a mente precisa acompanhar esse bem estar. Por isso buscar formas de reduzir o estresse, pensamentos negativos, e mágoas, irão ser contribuintes para o aumento da expectativa de vida de qualquer pessoa. Como relatado no velho dito budista. “mente sã, corpo são”. Logo o tempo de vida que teremos dependerá muito mais da maneira como levamo-la do que de fatores independentes de nós

1 - A ansiedade realmente está ligada a um maior número de doenças cardíacas?

A ansiedade realmente está ligada a um maior número de doenças cardíacas?

Na verdade, por se tratar de um quadro em que os sintomas geram além de pânico, o estresse contínuo vivido, nos quadros de ansiedade seja generalizado ou apenas um estado de constante presença da sensação, nossa saúde como um todo está sendo constantemente abalada, mas nosso sistema circulatório e respiratório sofre mais. Nos quadros de ansiedade patológica podemos manter um padrão de respiração inconstante e pobre em oxigenação, a insônia também pode estar presente sendo uma comum contribuinte aos problemas de coração, e por fim as constantes descargas de adrenalina, baixa imunidade, produzem inconstâncias no ritmo cardíaco.
Somando todos estes aspectos, chegamos a todas as condições necessárias para uma péssima saúde cardíaca. Em geral o indivíduo com quadro ansioso patológico, só busca ajuda quando os sintomas promovem inúmeras idas e vindas em prontos-socorros e internações e o impedem de realizar suas atividades rotineiras. Com dificuldade respiratória, desmaios, suadouros, tonturas, pânico, dentre outro. É importante compreender que ficar ansioso é normal, mas permanecer neste estado por muito tempo, não. E quanto mais cedo se busca ajuda, mas rápido será o tratamento e menos danosas suas consequências.

Sub-tema : Orientação Profissional

1 - Para você, porque os alunos fazem um determinado curso e no final não seguem a profissão? Você acredita que o fator da falta de emprego pesa nessa hora?

Os fatores que determinam uma pessoa seguir ou não sua formação profissional são inúmeros e variam de acordo com as circunstâncias de vida e as decisões particulares de cada indivíduo. Dentre eles podemos citar sim a alta concorrência no mercado de trabalho e, assim, o que você coloca como falta de emprego. Porém, é importante ter em vista que muitas vezes este profissional não vai exercer sua formação por uma indefinição de qual ramo ou carreira pretende seguir em sua profissão, ou mesmo, pelo pouco preparo na graduação ou curso técnico que o deixa inseguro para efetivamente exercer sua profissão e até mesmo uma escolha precipitada e mal orientada a cerca da escolha feita acerca de qual é a profissão que vai atender suas necessidades, ou seja, uma má escolha na hora de se inscrever para um curso técnico e-ou universitário.
Pode-se dizer que uma porcentagem considerável da população que não exerce sua profissão não o faz, pois na realidade, a profissão escolhida foi equivocada e não supre suas necessidades pessoais, de realização e crescimento.

1 - Um aluno para seguir bem na formação profissional, deve buscar especializações para ser bem aceito no mercado de trabalho?


O bom e bem sucedido profissional deve sim buscar o aprimoramento de seus conhecimentos, habilidades e atitudes no seu campo de atuação. Quando falamos em buscar especializações devemos nos lembrar de que tipo de profissional que o mercado de trabalho seleciona: são profissionais versáteis, com importantes habilidades sociais, de comunicação, polivalentes, que laçam novas idéias no mercado. Sendo assim, mais do que um olhar para um curso de especialização deve-se buscar cursos e estratégias de aprimoramento profissional que atendam a estas necessidades, que permitam que o profissional desenvolva não só a parte técnica e de conhecimentos teóricos, mas que ele também consiga desenvolver práticas diferenciadas, com habilidade e competência na execução de seu trabalho. Assim, o lugar da especialização é muito importante para o profissional que acaba de se formar, porém é necessário que o recém-formado se atente para buscar especializações que atendam as reais necessidades de seu ramo ou área de atuação, de modo que possa aprender não só a técnica, mas como também a práxis do ramo que escolhe se especializar.

1 - A falta de emprego na área de formação pode se tornar uma frustração na vida da pessoa?

A falta de emprego na área de formação pode se tornar uma frustração na vida da pessoa?

Quando falamos de falta de emprego geralmente estamos tendo uma visão equivocada do mercado de trabalho. É importante ter em vista que o mercado de trabalho é, sempre foi e provavelmente sempre será flutuante, ou seja, de acordo com a situação histórica, social e econômica algumas profissões estarão em alta e outras em baixa. Isto quer dizer que o mercado de trabalho vai assumir durante os tempos diversas formas e que será necessário exigir do profissional uma versatilidade em lidar com crises e altas no mercado de trabalho, de modo que, o profissional de destaque será aquele que consegue superar as crises econômicas no seu ramo de atuação, bem como é capaz de otimizar os momentos em que seu ramo está em alta no mercado de trabalho.
Desta forma, é importante ressaltar que a frustração pela baixa no mercado de trabalho é um processo natural e previsível, cabe ao profissional buscar novas estratégias de atuação e maneiras eficientes de superar a crise no mercado de trabalho. Assim, torna-se fundamental ter em mente que NÃO é assertivo e muito menos coerente escolher uma profissão porque ela está no atual momento em alta no mercado de trabalho.

1 - Como a pessoa pode se preparar para o mercado de trabalho?


Conforme dito anteriormente o profissional bem sucedido é aquele que tem conhecimentos, habilidades e atitudes assertivas e eficazes no seu ramo de atuação. É o profissional versátil, que inova, atende e supera as necessidades de seus clientes, é aquele que está apto para atingir novos mercados (ou seja, novos ramos de atuação), é o profissional capacitado em três níveis: teórico, técnico e prático.

1 - Como escolher o curso certo para seguir?

Como escolher o curso certo para seguir?
São diversas variáveis que devem ser analisadas criteriosamente no momento da escolha. Sugiro antes de qualquer coisa que se procure um profissional capacitado para orientar a pessoa que está em processo de escolha da profissão ou de um ramo em sua carreira. Psicólogos que atuam no ramo de Orientação Profissional e de Carreira são os indicados para lidar com estas questões. No entanto, deixo aqui alguns dos critérios de escolha de uma profissão ou carreira que devem ser levados em consideração: 1- influências familiares, sociais e culturais; 2- introspecção para quem eu sou hoje e o que pretendo ser daqui há 5, 10, 15, 20 e etc. de anos a frente (personalidade, modo de vestir, de falar, de estruturar o tempo, a rotina, o ganho financeiro),; 3- Qual meu projeto de vida; 4- quais as estratégias que uso para atingir meus objetivos e fazer minhas escolhas; 5- Amplo conhecimento das profissões, dentre outros.


Pais e Filhos


Sub-tema : Ansiedade na Infância

1 - Meu filho é muito ansioso, e parece ter medo de tudo, como posso lidar com isso e ajuda-lo?

A imaginação na infância é extremamente produtiva, e as crianças atribuem significados ao desconhecido considerando apenas as ferramentas de explicação do mundo que elas já possuem, ou seja, por muitas vezes as crianças atribuem significados equivocados à realidade que as cerca, e eles muitas vezes podem causar medo e ansiedade. É importante frente a essas situações que os pais se façam presentes oferecendo dados de realidade para as crianças, ajudando-as a compreender o que de fato é possível ou não dentro do real, mostrando que estão disponíveis para falar sobre seus medos e acalmá-los nos momentos de ansiedade, deixando-a mais segura de si e da realidade.

Sub-tema : Dificuldade Escolar

1 - Meu filho vai mal na escola, como ajuda-lo?

Primeiramente é importante compreender a causa da dificuldade escolar, que pode estar em vários âmbitos, como o fisiológico, o emocional e o relacional. Encontrando as razões para o baixo desempenho é importante agir sobre ela tomando medidas cabíveis, por exemplo, a dificuldade pode estar relacionada à uma dificuldade auditiva, e então procurar um especialista para ajudar, ou pode se relacionar a uma separação dos pais, e então compete ao psicólogo auxiliar nos reestabelecimento da segurança tantos dos pais em relação ao filho quanto do filho em relação aos pais e sobre si mesmo. Caso não seja encontrada nenhuma causa é importante buscar auxílio de um psicólogo ou outro profissional da área da saúde mental para avaliar a presença de um possível transtorno de aprendizagem.

Sub-tema : Desobediência

1 - Meu filho anda muito desobediente, como devo lidar com isso?

O estabelecimento de limites em qualquer relação é essencial para mantê-la saudável, e essa regra não é diferente para o relacionamento mãe-filho/pai-filho, dessa forma, desenvolver acordos com os filhos buscando dar voz a eles é importante, ajudando nas conversas já que eles se sentem ativos e significativos nas tomadas de decisão. Também é importante que as regras sejam claras e bem delineadas, para não deixar a criança confusa sobre o que é correto e o que não é, e por fim, ser firme nos posicionamentos enquanto pai/mãe ajuda não só a criança a obedecer, mas também faz com que ela perceba nos pais segurança e afeto, pois imposição de limites é representação de amor e cuidado, e os filhos percebem isso.

1 - Se eu der uma palmada de vez em quando, faz mal?

A violência nunca é a melhor medida para se tomar, principalmente no que diz respeito ao contexto familiar e educacional. Há sempre uma maneira mais produtiva e que traz melhores resultados como alternativa à palmada, como por exemplo, conversar francas e assertivas e retirada de estímulos prazerosos para os filhos, como o videogame como uma forma da criança aprender que há uma consequência para seus atos.

1 - Se eu der uma palmada de vez em quando, faz mal?

A violência nunca é a melhor medida para se tomar, principalmente no que diz respeito ao contexto familiar e educacional. Há sempre uma maneira mais produtiva e que traz melhores resultados como alternativa à palmada, como por exemplo, conversar francas e assertivas e retirada de estímulos prazerosos para os filhos, como o videogame como uma forma da criança aprender que há uma consequência para seus atos.

1 - Qual a melhor forma de punir os comportamentos inadequados do meu filho?

As punições são inerentes ao longo do desenvolvimento dos filhos, a melhor maneira de executá-las é por meio de medidas que causam desconforto, mas que não desemparem ou abalem a segurança dos filhos em relação aos pais. Também é importante ressaltar a importância dos elogios e reforços, é sabido que reforçar comportamentos positivos traz melhores resultados do que punir os negativos, fazendo com que a criança naturalmente desenvolva um repertório de comportamentos mais saudáveis buscando agradar os pais, que são referência de amor e aceitação.

Sub-tema : Convivência

1 - Está muito difícil lidar com meu filho/filha adolescente, o que devo fazer para facilitar a convivência?

A fase da adolescência é repleta de questionamentos e mudanças, tanto psicológicas quanto no corpo, é importante sensibilidade dos pais para compreender que esse momento também é delicado para o adolescente. A supervisão deve existir, mas não deve sufocar o jovem, já que é saudável que ele busque independência nessa idade, costumo utilizar a metáfora da cerca na pastagem, ela fica distante, o gado não a percebe, mas ela está lá, demonstrando os limites e até onde ele pode ir. Mostrar-se aberto a um diálogo compreensivo e esclarecedor é muito importante, já que o adolescente se sentirá à vontade para contar suas experiências de forma espontânea, aproximando pais e filhos e auxiliando na supervisão e no cuidado.

1 - Meu filho não possui amigos na escola, estou preocupada(o), o que devo fazer?

Esses casos são bastante delicados e exigem uma intervenção multidisciplinar, entre pais, professores, coordenadores e, em alguns casos, o psicólogo ou psicopedagogo. A princípio é importante observar se seu filho é vítima de violência na escola, como o bullying, ou se ele pratica algum tipo de violência. Caso a última opção se aplique é importante corrigir os comportamentos inadequados e reinseri-lo no convívio saudável com a turma, caso seja a primeira é essencial o suporte dos pais para que as ofensas sofridas por ele não sejam determinantes em seu desenvolvimento e autoestima, e cobrar da escola medidas que reprimam esse tipo de comportamento dos colegas.

1 - Meu filho mais velho está muito enciumado em relação ao irmão mais novo que está para chegar, como lidar com essa situação?

Esse momento é realmente bastante delicado no desenvolvimento tanto da família quanto dos filhos, é importante mostrar-se presente e tratar a experiência da chegada do irmão como algo positivo para todos os membros, e elencar esses motivos para o filho mais velho, como a companhia e a possibilidade de ele ensinar coisas novas ao bebê. O ciúme é inevitável, pois a insegurança da chegada se um novo bebê assusta, por isso é essencial deixar claro que o amor não diminui, mas sim se multiplica com o crescimento da família, e demonstrar isso por meios concretos, dependendo da idade da criança isso ajuda, como por exemplo, fazer desenhos ou comparar o tamanho do amor mostrando em quantidades de alguma coisa.


Temas Infância e Juventude


Sub-tema : Sexualidade Infantil

1 - Minha filha nos pegou namorando. Estávamos só nos beijando e ela gritou: "Credo, vocês não têm nojo?"

É hora de explicar a ela que o ato parece esquisito à primeira vista, mas é uma das melhores coisas da vida. E que, se for quem a gente gosta, nunca será nojento, e sim muito gostoso. Lembre-se de que ela pode ter pensado em nojo, mas também pode ter apenas sentido ciúme de os pais estarem juntos sem ela.

1 - Como conversar sobre sexualidade com meus filhos?

Conversar sobre a sexualidade é extremamente importante ao longo de todas as etapas do desenvolvimento, inicialmente para a identificação das diferenças anatômicas de gênero, depois para a compreensão da concepção e em seguida para embasar o início das práticas sexuais. Uma conversa aberta, que não pareça intimidar ou constranger deixa os filhos mais à vontade para retirar dúvidas e mais abertos a ouvir o que os pais têm a dizer. Lembrar-se de quando você foi um jovem e também teve essa conversa ajuda a pensar na melhor forma de tê-la com seus filhos.

1 - Psicólogo não fala nada, fica lá só escutando nossas coisas...

Existe uma infinidade de abordagens psicológicas diferentes, cada qual possui um modelo de atendimento diferente. Em algumas o psicoterapeuta é mais ativo, enquanto que em outros ele permanece mais calado. Esse aspecto também está relacionado à personalidade de cada psicólogo, existem os mais calados, da mesma forma que existem os mais expansivos, essa característica não dita a qualidade do atendimento, é importante que você busque o modelo que te deixa mais confortável, pois isso sim é essencial no alcance dos resultados.

1 - Mas como o Psicólogo Clínico pode ajudar?

A Psicologia aposta na escuta terapêutica como ferramenta para o alívio da angústia e da dor emocional. Quando se constrói um vínculo, ou seja, uma relação de confiança com o seu psicólogo você se sente capaz de conversar sobre experiências dolorosas e sobre o que parece extremamente difícil em sua personalidade ou relações, e é por meio dessa fala e de uma escuta acolhedora e sem julgamento que a segurança, as mudanças e a alegria voltam a habitar sua rotina.

2 - Meu filho gosta de mexer no pênis. Faz isso em qualquer lugar, desde que sinta vontade. Como dizer a ele que não dá para fazer isso na frente dos outros?

Ok, a situação é constrangedora, principalmente quando acontece na frente de pessoas não tão íntimas. Fazer alarde só incentivará o ato. Respire fundo e explique que, sim, as pessoas gostam de se tocar nessa parte do corpo porque dá uma sensação gostosa. Mas que se trata de algo muito particular e existe local certo para fazer isso, sozinho, e não na frente dos outros.

3 - De namorado, igual na novela. É assim que meu filho quer que sejam os meus beijos!

Não. Seja direta desde sempre: esse tipo de beijo só no papai. Diga que um dia ele terá uma namorada e vai beijá-la assim também. Dessa forma, você impede a idealização do amor pela mãe e deixa claro quais os papéis de pais e filhos. Cada um, cada um.

4 - Tomar banho comigo vai fazer meu filho se interessar por sexo mais cedo?

Crianças não funcionam assim. Tomar banho com um adulto não desperta vontade nele de ter relações sexuais, mas aumenta a curiosidade em relação às transformações corporais de meninas e meninos. Aí é o momento de você explicar que algumas mudanças hormonais vão ocorrer no corpo dele para prepará-lo para a idade adulta. Vale usar até desenhos didáticos para isso. Além de uma conversa divertida, o diálogo vai aplacar o interesse dele.

5 - Com apenas 5 anos, minha filha tem vergonha de ficar só de calcinha na piscina ou em casa. Isso é sinal de que a sexualidade já aflorou?

Não é para tanto. Mas respeite os limites dela, sem impor sua vontade. A atitude da menina pode ser sinal de que em algum momento os pais demonstraram a ela que não era legal ficar de calcinha. Então, pense no que já falou para ela. Por outro lado, crianças repetem nossos comportamentos e não é comum ver adultos desfilando de calcinha por aí, não é?

6 - Meu filho viu cenas de sexo na hora da novela.

É. Essas passadas na frente da televisão na hora da novela sempre causam rebuliço. Mas lembre-se de que, quando uma criança faz uma pergunta relacionada à sexualidade, precisamos tentar responder dentro do universo verbal dela, exatamente o que perguntou, sem ir além do necessário. Se é uma criança de 5 ou 6 anos, por exemplo, diga simplesmente que essa é uma maneira de namorar. Nessa idade, eles não têm conceitos específicos sobre sexualidade. Com uma criança mais velha, a resposta pode ser um pouco mais elaborada, revelando que se trata de uma forma de transar.

7 - Quando troco as fraldas de minha filha, de 1 ano, ela gosta de mexer na vagina e às vezes coloca um brinquedo no meio das pernas. Por que ela faz isso?

É muito simples. Ela faz isso porque está descobrindo que a região pélvica traz sensações gostosas. E isso acontece sem maldade ou malícia. É o início da descoberta de seu corpo. Essa etapa é natural. A criança vê o toque genital como algo que traz sensações muito boas, assim como qualquer outra região do corpo. Para ela, daria no mesmo mexer na orelha ou no cotovelo, por exemplo.

8 - Flagrei um garoto de 3 anos mostrando o pênis à minha filha. Fiquei estática!

Não é para menos! Ninguém imagina passar por isso na vida. É natural eles tentarem descobrir as diferenças corporais entre meninas e meninos. Mas crianças depois dos 5 anos merecem mais supervisão dos pais até para não se machucarem nessa exploração. O ato não é sinônimo de sexualidade precoce e, sim, de autoconhecimento. Agora, se você não sabe lidar com isso, invente outra brincadeira para eles.

9 - Sempre tomei banho com a minha filha. Agora, com 6 anos, começou a observar mais e brincar, dizendo que quer mamar no meu peito. Não sei como agir.

Ninguém disse que iria ser fácil ter filhos, não é? É normal nessa idade eles ficarem mais atentos e curiosos em relação às mudanças corporais. Não corra o risco de reprimir o seu filho, trate o assunto com naturalidade. Mostre seu corpo, deixe-a tocar e conte que quando crescer também será assim. Mas coloque um limite, ok? Explique que ela não é mais bebê e por isso não pode mamar no peito. Não erotizem tudo para as crianças.

Sub-tema : Como lidar com questões da infância

1 - A criança sempre faz birra quando não compram algo que ela não quer, o que fazer?

Psicólogo: Deixe-a fazer birra. Talvez a criança tenha percebido que fazendo birra, te convença a ceder e fazer as vontades dela. Mas vale a pena ponderar e pensar em cada situação separadamente.

Victor Dalla Nora Araujo- Psicólogo Clínico
CRP- 06/104201

1 - Quando devo retirar as fraldas?

O treino para utilizar o banheiro deve começar por volta dos dois anos de idade, e denominamos a retirada das fraldas como treino porque é assim mesmo que ela se dá, é preciso paciência dos pais para lembrar a criança da necessidade de ir ao banheiro, ajuda-lo a usá-lo de forma correta e desenvolver estratégias lúdicas para estimular essa tarefa, como “dizer tchau” às fezes ou urina ou usar penicos coloridos que agradem ao bebê.

1 - Quando devo parar de amamentar?

A amamentação deve ser a única fonte de alimento do bebê até os seis meses de idade, em seguida podem ser inseridos outros alimentos, porém manter o leite materno é uma opção. Ao longo do desenvolvimento o próprio bebê vai dando sinais da possibilidade da retirada do seio, não há idade certa para cessar a amamentação, mas por mais doloroso que seja, é saudável que a mãe pare por volta dos dois anos de idade. É importante estar atento se a manutenção do seio ocorre por uma demanda da criança ou por uma dificuldade da mãe em perder especificamente esse vínculo.

1 - Tenho dificuldades em inserir novos alimentos na rotina alimentar do meu filho, como posso tornar essa tarefa mais fácil?


Inserir novos alimentos na rotina dos filhos pode mesmo ser uma tarefa difícil, é importante ser insistente, até que se tenha certeza que uma criança realmente não gosta de um alimento é preciso oferecê-lo dezenas de vezes, outra ferramenta importante é utilizar várias possibilidades de preparo dos alimentos, observando para qual a criança apresenta maior aceitação. Tornar o momento da refeição agradável também é importante para que a criança tenha vontade de participar dele, isso é possível por meio de reforços ao longo das “colheradas” e da montagem de pratos lúdicos, por exemplo.

1 - Meu filho não sai do computador, o que devo fazer?

Vivemos atualmente rodeados pela tecnologia e temos a sensação de possuir o mundo na palma das mãos quando estamos em frente a um computador com acesso à internet. Penso que vetar o uso do computador não seja uma saída já que não há como barrar os avanços culturais e tecnológicos, e somos por muitas vezes, impelidos a acompanhar essas mudanças, visto isso, estabelecer e negociar horários, estar atento ao conteúdo que seus filhos acessam e tentar propor outras atividades que pareçam interessantes em relação ao uso do computador são aspectos importantes no momento de discutir o uso da internet.

1 - Ter animais de estimação é prejudicial à saúde das crianças?

Na verdade animais de estimação auxiliam consideravelmente no desenvolvimento psicológico e emocional das crianças, colocando-os em contato com experiências de amizade, lealdade e até mesmo do luto. Mas antes de adotar um animal é importante verificar se não há familiares alérgicos, para optar por um bichinho que não dê coceira ou saia irritando narizes pela casa.

Sub-tema : Saúde

1 - Ter animais de estimação é prejudicial à saúde das crianças?

Na verdade animais de estimação auxiliam consideravelmente no desenvolvimento psicológico e emocional das crianças, colocando-os em contato com experiências de amizade, lealdade e até mesmo do luto. Mas antes de adotar um animal é importante verificar se não há familiares alérgicos, para optar por um bichinho que não dê coceira ou saia irritando narizes pela casa.

Sub-tema : Como educar um adolescente

1 - O filho quer aumento de mesada o que fazer?

Psicólogo: A mesada serve para que as crianças aprendam a dar valor ao dinheiro. Mas antes uma pergunta: qual o valor que você dá ao dinheiro, como o encara?
Claro, importante que a mesada seja proporcional ao padrão de vida que leva, aos preços exercidos nos locais que a criança frequenta. Entretanto, nem sempre é possível ceder a mesma quantia mensalmente ou arcar com os reajustes implorados pelos filhos. O quê fazer? Converse sobre a situação financeira atual; faça com que entenda que suas principais necessidades estão sendo pagas; etc.

2 - Começaram os pedidos para dormir na casa da amiguinha, como reagir?

Psicólogo: Talvez seja um dos primeiros momentos em que os pais se deem conta que não são “donos” dos filhos. Mesmo que mil preocupações venham à tona, importante que a criança tenha esse espaço para contato com outras coisas, novos ambientes, novos lugares e pessoas. Aos pais, sempre importante averiguar os detalhes de segurança, conversar com os pais da “amiguinha” e aquelas coisas tantas... E deixar com que a criança/adolescente vá descobrindo, vá vivendo.

3 - O adolescente está discutindo cada vez mais, respondendo os pais e não respeitando as regras, o que fazer?

Psicólogo: Dê espaço para que o adolescente exponha e reflita sobre sua própria rebeldia. Em alguns casos, pode ser um bom momento para buscar ajuda psicológica.
Em situações mais descontroladas, imponha alguns limites, esclarecendo ao adolescente que respeito, em qualquer relação, é fundamental.

4 - Como impor horário aos filhos, quanto às saídas e chegadas de passeios, festinhas, entre outras atividades?

Psicólogo: Por mais questionáveis que possam ser, regras existem em todas as famílias. Para que esses limites não sejam ultrapassados, é importante dar espaço ao adolescente – para que se expresse – e pedir espaço para suas expressões: mais do que impor, é importante explicar.

5 - O filho está indo mal na escola, como transformar esta situação?

Psicólogo: Nem sempre ir mal na escola diz respeito à vagabundagem. Mas para ter certeza do que está havendo, converse com o filho e tente descobrir o que está ocorrendo, visto que uma conversa pode esclarecer muita coisa. Caso não esclareça, se aproxime de seu filho, se mostre disponível a ouvi-lo, vá tecendo novos pensamentos com o filho, mostrando novas situações, até resolver a situação.

6 - Os amigos do adolescente são de má índole, como agir?

Psicólogo: Apenas julgar e proibir não adianta. Tente fazê-lo enxergar, por A mais B, que essas pessoas são más companhias.

7 - A adolescente quer namorar, qual é a melhor hora para deixa-la iniciar um relacionamento?

Psicólogo: Não há melhor momento para permitir que o filho namore, vale apenas o bom senso. E diante disso, importante pensar em como os pais encaram a questão da sexualidade.

8 - Os filhos só pedem produtos de marca e caros, como fazer para eles entenderem que não posso comprar?

Psicólogo: Inicialmente: com uma educação que não relacione felicidade/status/realização com consumo de coisas caras e de grife. Depois: quando não for possível comprar algo querido pelos filhos, abra o jogo, pois é uma ótima oportunidade para falar sobre valores, necessidade de consumo, etc.

Entrevista cedida pelo psicólogo Victor Dalla Nora para o site Nós Mulheres


Temas Casal


Sub-tema : Conflitos Conjugais

1 - Em quais momentos uma terapia de casal é realmente necessária? Quais os motivos mais comuns que levam o casal a procurar ajuda?

Psicóloga : A terapia de casal se faz necessária quando a comunicação cessa ou se torna inviável.
Os gatilhos mais comuns são:
- Traição por uma das partes
- Distanciamento por uma ou ambas as partes.
- Agressividade aparentemente sem motivo por uma ou ambas as partes.
- Fortes motivações para atividades que excluem o parceiro.
Perceba que chamei estes itens de gatilhos e não motivos, pois é muito claro que por trás de uma traição, ou priorizar o chop com os amigos em lugar de uma atividade com seu parceiro há algo muito maior.

1 - Tenho dificuldades em conseguir satisfação sexual, sinto-me tímida(o) e ameaçada em situações que envolvem esse tipo de relação...

Tenho dificuldades em conseguir satisfação sexual, sinto-me tímida(o) e ameaçada em situações que envolvem esse tipo de relação...

Por ser um assunto ainda tratado como tabu a sexualidade gera dúvidas e questionamentos que ficam sem respostas, muitas vezes impedindo o relaxamento necessário para atingir o prazer nas relações sexuais. É importante conversar com profissionais como ginecologistas e psicólogos por exemplo, para sanar as dúvidas que perpassam a sexualidade, dessa forma é possível sentir-se segura(o) na hora do sexo, e consequentemente dizer o que lhe dá prazer ao seu companheiro(a).

1 - Até que ponto é saudável doar-se ao outro nas relações

Os relacionamentos são perpassados pela “arte dos meio-termos”, isso significa que as dosagens devem ser pautadas no bom-senso e nos limites pessoais de cada um. Quando se está em uma relação, independente do seu grau, é necessário pensar até que ponto sinto-me confortável na entrega, e quando esse limite chegar repensar o modo de se relacionar sempre apostando no diálogo assertivo e sincero.

[Para mais acesse:]
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2 - Geralmente qual parte do casal procura a terapia? O homem é realmente mais fechado nesse sentido?

Psicóloga : Sim. Normalmente a mulher procura mais a psicoterapia de casal. Os homens se mobilizam menos para a manutenção do relacionamento, podem até sofrer com a possibilidade de rompimento da relação mas não acreditam que haja algo para ser feito. Eles são mais prepotentes a acreditam que podem resolver tudo sozinhos ou que as coisas retomarão à normalidade por si só.

3 - Os casais acham que o terapeuta vai salvar o casamento. Qual o papel real desse profissional? Até que ponto ele pode interferir na relação a dois?

Psicóloga : O terapeuta salva o casamento quando o objetivo do casal é salvar o casamento. Muitas vezes o objetivo da terapia de casal é justamente perceber se há salvação, se há sentimentos suficientes para que haja esforço de ambas as partes no sentido de renovar a relação.
O terapeuta de casal não sugere comportamentos, não dita o que cada parte deve fazer, mas trabalha como facilitador da comunicação.
Não seria possível salvar um casamento que não há mais base para se sustentar. Muitas vezes uma parte do casal só comparece à terapia para obter ajuda do terapeuta para mostrar a outra pessoa que não há sentimentos suficientes para que continuem juntos. Muitas vezes há um relacionamento em paralelo que só não foi exposto por falta de coragem de uma parte deste casal, e esta parte usa a terapia para ter coragem de anunciar que já está em um novo relacionamento ao qual pretende se dedicar integralmente.

4 - A partir da ajuda do terapeuta, quais medidas o casal deve tomar para reatar a relação?

Psicóloga : Comunicação e empatia. Este é o ponto principal. Saber entender o sentimento do outro, saber ler qual tipo de sentimento que o outro nutre por ele, e saber expressar qual sentimento nutre por seu parceiro.

5 - Como funciona a terapia de casal? De que forma o profissional investiga os problemas do casal? A conversa é a dois ou a três?

Psicóloga : Depende do terapeuta. É possível que inicialmente a parte que teve a iniciativa seja atendida 1º. Pode ser que eventualmente uma das partes compareça sozinho. Pode ser que em 100% das consultas com o terapeuta de casal as duas partes estejam sempre juntas.

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu sobre Terapia de casal para Jornalista Juliana Falcão – MB Press

Sub-tema : Sobre Relacionamentos Amorosos

1 - Eu e meu companheiro(a) não concordamos com relação aos métodos adotados na educação dos nossos filhos, como lidar com essa situação?

Manter o diálogo como uma ferramenta possível no relacionamento é sempre um dos principais passos para mantê-lo saudável, dessa forma, conversar com seu parceiro(a) mostrando seu ponto de vista e ouvindo o dele com atenção é possível encontrar uma estratégia que diga respeito aos valores de ambos, além de fortalecer a relação a aumentar a confiança. É importante apenas lembrar que essas conversas devem acontecer fora do alcance dos filhos, e jamais um deve desautorizar ao outro, mas sempre reforçar para os filhos a ideia de que ambos merecem ser obedecidos e respeitados.

1 - Eu e meu companheiro(a) nos damos muito bem, temos gostos em comum e nos divertimos muito juntos, porém não estou satisfeito(a) com nossas relações sexuais, como dizer isso a ele(a)?

A vida sexual do casal é fundamental para o desenvolvimento de um relacionamento saudável, e não pode ser desmerecido ou tratado como tabu dentro da relação, é algo sobre o qual é necessário falar e compreender. As experiências e gostos sexuais são extremamente variados, e ao longo da história de vida vamos construindo uma história sexual que agrega o que aprendemos, o que gostamos e o que achamos importante durante uma relação sexual, dessa forma indicar ao parceiro(a) o que lhe dá prazer e ensiná-lo(a) de que forma fazer aumenta a satisfação não apenas sexual, mas de forma geral, já que a cumplicidade e a confiança no casal também se desenvolvem nesse processo.

1 - Meu companheiro(a) me traiu, e agora?

Traições são mais comuns do que nos são noticiadas, para lidar com ele é importante ter em vista dois aspectos: o primeiro até que ponto ela tange meus limite, ou seja, até que ponto ela é algo sustentável para você dentro de um relacionamento, e então conversar sobre isso com seu parceiro(a), pensando se é possível ou não manter-se feliz na relação mesmo depois que ela aconteceu. E o segundo é sempre pensar que não há um único responsável pelas crises dentro de um relacionamento, e dessa forma pensar quais as responsabilidades de cada um para o sucesso da relação.

1 - Estou casado(a) há muitos anos, mas não estou mais feliz na relação, qual medida devo tomar?

Não há medidas ou soluções que funcionam para todos os relacionamentos ou pessoas, o primeiro passo é pensar os motivos pelos quais você não está mais satisfeito(a) no relacionamento, e pensar o quanto você estima permanecer no relacionamento. Se ela já não parece tão importante para seu desenvolvimento e é possível desfazer o laço é necessário tomar as medidas cabíveis para tal, porém se estar nesse relacionamento lhe é significativo é importante trabalhar esses motivos e desenvolver diálogos francos com sua parceira(o), buscando a satisfação de ambos.

1 - Meu companheiro(a) é extremamente ciumento e não sei como lidar com essa situação.

O ciúme permeia a maior parte das relações de afeto saudáveis, porém é importante que ele permaneça em um limiar aceitável para ambos envolvidos, dessa forma apostar nas conversas e trazer dados da realidade é bastante significativo para demonstrar as razões muitas vezes infundadas do ciúme do parceiro(a). Se ainda assim a relação ficar insustentável cabe ponderar até que ponto vale a pena permanecer nela ou buscar auxílio profissional, como terapia de casais, que costuma ajudar significativamente.

1 - Sou vítima de violência doméstica e não sei o que fazer para me livrar dessa situação.

A violência doméstica infelizmente é mais comum do que nosso conhecimento abarca, e muitas mulheres se veem presas em relacionamentos dos quais não conseguem sair. É importante buscar uma rede de apoio, que ajude a lidar emocionalmente e psicologicamente com as agressões, dando segurança para que seja colocado um ponto final nessa relação, seja por meio do término do relacionamento ou da denúncia do agressor. É essencial relembrar que a vítima não possui responsabilidade frente situações de violência, e que há uma rede de amparo e políticas públicas oferecem suporte para que a mulher não precise se submeter à esse tipo de relação.

1 - Todos os meus filhos se casaram e saíram de casa, e restamos eu e meu companheiro(a), como retomar o ritmo da relação à dois?

Não é necessário retomar o ritmo, mas talvez constituir um novo ritmo, buscando no casal novas possibilidades e novas atividades prazerosas, muitas vezes os casais se dedicam tanto aos filhos que não se reconhecem quando se veem sós, por isso essa é uma oportunidade de redescoberta e de investir em novas possibilidades de felicidade para ambos. Muitas vezes essa felicidade pode ser encontrada, em comum acordo, na separação, já que com a partida dos filhos o casal não vê mais motivo para permanecer junto, ou ela pode ser encontrada em uma nova forma de se desenrolar a relação, essas decisões são frutos de conversas maduras e sinceras, que precisam acontecer para que o casal, e as pessoas que o compõe, permaneçam saudáveis.

1 - 23. Os filhos chegaram e eu e meu companheiro(a) não temos mais tempo um para o outro, como lidar com isso?

A educação e o cuidado com os filhos realmente demandam muita energia e tempo do casal, porém é importante não permitir que o casal trace como único objetivo para estar junto a criação dos filhos, é essencial que eles estejam felizes e satisfeitos com a vida a dois, até mesmo para terem disposição e oferecerem um lar com clima agradável ao desenvolvimento dos filhos.

1 - É possível modificar o meu parceiro(a) para que ele se adeque ao modelo relacionamento ideal?

É comum que depositemos em nossos parceiros expectativas de que eles construam juntamente conosco um relacionamento ideal para nós, porém não há modos ideais de se relacionar, o que pensamos ser ideal ou perfeito são modelos que construímos levando em consideração nossa história, por isso perfeição e idealização, além de serem inalcançáveis, são conceitos particulares e não comungam em uma essência para todos. Portanto é importante implicar-se na relação e permitir que ela seja construída de modo saudável por meio dos esforços dos dois, e não esperar que o outro de modifique até que chegue ao seu ideal de companheiro(a).

1 - Eu e meu parceiro(a) não conseguimos mais nos comunicar, e não encontramos outra alternativa que não a separação, nossos filhos ficarão traumatizados com essa decisão?

Com certeza uma separação é um processo doloroso e delicado para todos os membros da família, inclusive para as crianças, mas não necessariamente essa experiência será definidora de um trauma ou um traço negativo de sua personalidade. É essencial conversar e explicar aos filhos o que está se passando em uma linguagem acessível, e manter o vínculo das crianças com o pais da maneira mais natural e saudável possível. É interessante ressaltar que muitas vezes decidir pela separação é mais saudável para os filhos do que manter um relacionamento instável e agressivo.






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