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Novas decisões de vida, mais saudáveis e adequadas, sejam no âmbito cognitivo – dos pensamentos, seja no âmbito comportamental ou emocional podem ser realizadas a qualquer momento do cotidiano, seja presenciando uma cena corriqueira na rua onde se vê uma pessoa ajudando um idoso com suas sacolas onde se decide então estar mais disponível acessível ao próximo, auxiliando-o sempre que necessário.
Este espaço de vídeos tem o intuito de possibilitar reflexões que provoquem no leitor novas decisões ou posturas na vida ou mesmo resgatar decisões e posturas adormecidas que o permitirão desenvolver-se e alcançar bem-estar psíquico, emocional, em si próprio e em suas relações.


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O desafio de educar os filhos e impor limites!



LAÍS MUTUBERRIA
Psicóloga Clínica



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Foco no Objetivo

Foco no objetivo!

O curta desta semana nos mostra o quão importante é manter-se focado nas atividades a que nos propomos realizar, bem como revela o quão fácil pode ser desviarmos de nossos objetivos, e consequentemente quanto nossos problemas podem aumentar ao nos desviarmos de nosso foco! As reais soluções e estratégias para chegarmos onde queremos muitas vezes passam despercebidas pelos nossos olhos, pense nisto e mantenha-se nos seus propósitos!!!


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O desafio de educar os filhos e impor limites!



LAÍS MUTUBERRIA
Psicóloga Clínica


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EXISTE DEPRESSÃO NA INFÂNCIA?
O reconhecimento de transtornos depressivos na infância ocorreu no final da década de 60. Surgiram então três conceitos:

Sintomas depressivos análogos aos dos adultos não existem;
A depressão manifesta-se por sintomas específicos nessa faixa etária;
A sintomatologia depressiva surge mascarada por outros sintomas ou síndromes, tais como hiperatividade, enurese, encoprese, déficit de aprendizagem e transtorno de conduta.
Transtornos depressivos ocorrem tanto em meninos quanto em meninas. Os sintomas de depressão podem ser : isolamento, calma excessiva, agitação, condutas auto e hetero-agressivas, intensa busca afetiva, alternando atitudes prestativas com recusas de relacionamento. A socialização está geralmente perturbada: pode haver recusa em brincar com outras crianças e dificuldade para aquisição de habilidades. As queixas somáticas são freqüentes: dificuldade do sono (despertar noturno, sonolência diurna), alteração do padrão alimentar. Queixas de falta de ar, dores de cabeça e no estômago, problemas intestinais e suor frio também são freqüentes.
A criança deprimida apresenta incapacidade para divertir-se, algumas vezes queixando-se de estar aborrecida. Assistem muita televisão não se importando qual seja o programa. A baixa auto-estima e a culpa excessiva, além da diminuição do rendimento escolar são característicos da depressão. Apresentam também muita irritabilidade, sendo descritas pelos pais como mal humoradas.
Os transtornos depressivos da infância podem ser classificados em duas formas bem distintas. A primeira delas, a distimia que, etimologicamente significa "mal-humorado", é uma forma crônica de depressão com início insidioso, podendo durar toda a vida da pessoa. Para firmar este diagnóstico é preciso que o humor seja depressivo ou irritável e esteja presente quase todos os dias por pelo menos um ano.
A outra forma de depressão, transtorno depressivo maior é caracterizada por períodos ou crises apresentando uma síndrome depressiva completa (todos os sintomas descritos anteriormente) por pelo menos duas semanas, causando importantes prejuízos na vida da criança. Podem estar presentes alucinações, ideação ou condutas suicidas. Essa crise é nitidamente diferente do funcionamento habitual da criança.
Os transtornos depressivos são bastante tratáveis hoje em dia, obtendo-se bons resultados. Pais que desconfiem que um filho sofra desse mal devem levá-lo a um psiquiatra ou serviço de psiquiatria para uma avaliação. O tratamento utiliza medicações antidepressivas e acompanhamento psicológico. Internações são necessárias em duas situações: quando o paciente fica psicótico (fora da realidade), o que é raro, ou quando existe risco de suicídio.

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O quão você tem sido persistente em seu casamento?

Atendo casais toda semana e se tratando não apenas dos problemas conjugais, mas sim de todas as relações humanas e das mudanças que precisamos efetivar nelas a palavra persistência é fundamental. Para toda mudança é exigido três palavras que confesso perceber que são difíceis de execução: paciência, persistência e treino-tentativa.
Nenhuma mudança acontecerá em um passe de mágica, não falo isto apenas me remetendo as relações conjugais, mas também as outras relações que estabelecemos. Toda mudança fara parte de um processo e ter pressa de nada será válido.
Nutra a paciência, persistência e a tentativa em sua vida! Assim você chegará onde quer que deseje! Não se acomode e nem mesmo creia em fórmulas mágicas para os problemas!
[O PELO DO LEÃO]
Numa aldeia nas montanhas da Etiópia, um rapaz e uma moça se apaixonaram e se casaram. Por algum tempo foram perfeitamente felizes, mas então os problemas chegaram à casa deles. Começaram a ver os erros um do outro nas pequenas coisas - ele a acusava de gastar muito no mercado, ela o acusava de estar sempre atrasado. Não se passava um dia sem uma discussão sobre dinheiro, sobre trabalho doméstico, sobre amigos. Às vezes ficavam tão bravos que gritavam, berravam impropérios e iam para a cama sem se falar, o que só piorava as coisas.
Depois de alguns meses ele achou que não aguentava mais aquilo e procurou um juiz velho e sábio para pedir o divórcio.
- Por quê? - perguntou ele. - Há menos de um ano que se casaram. Não ama seu marido?
- Sim, nós nos amamos, mas as coisas não vão nada bem.
- Como assim, não vão nada bem?
- Ah, brigamos muito, ele faz coisas que me irritam. Deixa roupas espalhadas pela casa toda, corta as unhas do pé na sala e deixa pelo chão, chega tarde em casa. Sempre que eu quero fazer alguma coisa, ele quer fazer outra. Não podemos viver juntos.
- Entendo - disse o velho juiz. - Talvez eu possa ajudar. Conheço um remédio mágico que vai fazer vocês se darem muito melhor. Se eu lhe der esse remédio, vai parar de pensar em divórcio?
- Claro! Gritou ela. - Qual é o remédio? Me dê!
- Calma - disse o juiz. - Para fazer o remédio preciso de um fio da cauda de um grande leão que vive perto do rio. Tem que trazer esse fio para mim.
- Mas como vou conseguir isso? - exclamou a mulher. - O leão vai me matar!
- Nisso não posso ajudar - disse o velho, abanando a cabeça. - Entendo muito de remédios, mas não entendo nada de leões. Você tem que descobrir um meio. Vai tentar?
A jovem esposa refletiu longamente. Amava muito o marido, e o remédio ia salvar seu casamento. Resolveu buscar o pelo do leão.
Na manhã seguinte, foi ao rio e se escondeu atrás de uma pedra. Pouco tempo depois, o leão veio beber água. Quando viu as patas enormes, ela ficou tremendo de medo. O leão abriu a boca, mostrando os dentes afiados, e ela quase desmaiou. Então o leão deu um rugido e ela saiu correndo para casa.
Mas na manhã seguinte ela voltou ao rio, trazendo um saco de carne fresca. Deixou a carne no capim da margem, a duzentos metros do leão, e ficou escondida atrás da pedra enquanto ele comia.
No dia seguinte, voltou e pôs o pedaço de carne a cem metros do leão; no outro dia, pôs a carne a cinqüenta metros do leão e não se escondeu enquanto ele comia.
Assim a cada dia chegava mais perto do leão, até que um dia chegou tão perto que pôde atirar-lhe a carne na boca. No outro dia, o leão veio comer em sua mão. Tremia ao ver os dentes enormes rasgando a carne, mas tinha mais amor ao marido do que medo do leão. Muito lentamente, ela abaixou-se e arrancou um fio do pelo da cauda da fera.
Voltou correndo ao juiz.
- Olhe! - gritou ela. - Trouxe um pelo do leão!
O velho pegou o fio e examinou atentamente.
- Foi muita coragem sua - disse ele. - E precisou de muita paciência, não?
- Ah, sim - disse ela. - Agora me dê o remédio para salvar meu casamento!
O velho juiz abanou a cabeça.
- Não tenho mais nada a lhe dar.
- Mas o senhor prometeu! - exclamou a jovem esposa.
- Então não vê? - perguntou ele com carinho. - Já tem o remédio de que precisa. Você estava decidida a fazer o que fosse preciso, por mais que demorasse, para ter o remédio mágico para seus problemas. Mas mágica não existe. Só existe a sua determinação. Você e seu marido se amam. Se os dois tiverem a paciência, a determinação e a coragem que você demonstrou para trazer esse pelo do leão, serão muito felizes. Pense nisso.
E a mulher voltou para casa, com novas resoluções.

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QUESTÃO DE FÉ!
Muitas vezes ouço o discurso das pessoas com um sentimento de revolta sobre Deus, com falta de confiança na vida, adotando claro posturas pouco reflexivas sobre si mesmas e as oportunidades que muitas vezes estão à sua frente, mas que elas se negam a enxergar.
Em um ano de muitas tempestades, o nível do rio de uma pequena cidade subiu tanto que a água chegou a cobrir diversas casas. Nesse cenário, os bombeiros iam, de lancha, retirando pessoas das casas alagadas.
Um rapaz estava em cima do telhado de uma das casas, observando a água subir cada vez mais. Ao ver a situação em que ele se encontrava, os bombeiros se aproximaram com a lancha e pediram-lhe que saltasse:
- Venha, rapaz, entre na lancha! A sua casa em breve vai ser levada pela correnteza! Venha logo!
E o rapaz, que estava ajoelhado, orando, disse:
- Não, eu não vou. O Senhor vai me salvar... estou orando para isso!
Como havia muitas pessoas em perigo, os bombeiros foram resgatar outras vítimas. Então, um helicóptero, também do corpo de bombeiros, avistou o mesmo rapaz orando no telhado. Vendo que ele corria perigo, a equipe de resgate jogou a escada para que ele subisse e se livrasse do perigo. Mas, mais uma vez, o rapaz gritou:
- Não, eu não vou. O Senhor já vai me salvar...
Diante dessa resposta, esses bombeiros também foram resgatar outras vítimas, já que o rapaz continuava resistindo à ajuda.
De repente, a enxurrada levou a casa e, junto, o rapaz que se encontrava no telhado; ele morreu.
No céu, vendo que estava morto, o rapaz pediu para falar com Deus.
Levado à presença do Senhor, o rapaz perguntou-lhe, irritado:
- Senhor, me disseste que se eu tivesse uma fé do tamanho de um grão de mostarda eu poderia mover uma montanha... Minha fé era muito maior do que isso, Senhor, e me deixaste morrer! Mentiste para mim, Senhor!
E Deus lhe respondeu:
- Meu filho, eu é que estou aborrecido com você. Como é que pode?! Eu fiz a minha parte: mandei uma lancha, mandei até um helicóptero, mas você não fez a sua parte! Deveria ter aceitado a ajuda de um dos dois! Afinal, você queria o quê? Que eu tivesse descido lá pessoalmente para te salvar?
Mais do que uma mensagem sobre ordem divina quero lhe por a pensar sobe a mensagem psicológica envolvida nesta historinha. Qual foi o ultimo problema que você enfrentou Você hoje consegue enxergar saídas para ele que estavam aos eu alcance e que você se recusou a ver O que você deve nutrir em si mesmo para conseguir enxergar saídas mais simples e menos dolorosas para seus problemas

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Gerar grandes sonhos, não é uma tarefa tão complexa, alcançá-los, sim trata de um grande empreitada. Muitas vezes apesar de bem traçado, o caminho até o objetivo é mais importante que a própria finalidade. Mas e quando chegamos ao fim e não sentimos o que acreditávamos que deveríamos sentir? Ou nos desgastamos sem conseguir retirar nenhum proveito da jornada?
É incomodo falar sobre isso, mas muitas vezes insistimos por causas que não são bem aquelas que nos farão felizes e percebemos quando já é difícil de contornar.
Em Reach - Liberdade além da janela, trago um personagem com um objetivo bem idealizado, mas cujo percurso pode custá-lo como indivíduo. Que possamos tirar o melhor desta experiência!

Reach - Liberdade além da janela.
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O que é Transtorno de Conduta?

Com características mais frequentes na infância, o transtorno da conduta é uma espécie de personalidade antissocial bem observada na juventude, apesar de iniciar na infância não se pode dar diagnóstico de personalidade patológica para menores.
A literatura internacional enfatiza que o transtorno de conduta e o comportamento antissocial apresentam-se sob diferentes pontos de vista, os aspectos legais (criminologia) e psiquiátricos. No que tange a legalidade a delinquência implica em comportamentos que transgridem as leis, embora o termo delinquente tenha ficado restrito aos menores infratores (definição legal). No aspecto psiquiátrico são mais abrangentes e pautam-se a comportamentos condenados pela sociedade, com ou sem transgressão das leis do Estado.
Na juventude, antes dos dezoito anos, como a personalidade não está completa, é comum observarmos comportamentos como mentir ou matar aulas, que podem significar desvio de comportamento e não transtorno de conduta, tais comportamentos acontecem até pelas companhias, grupos que pertencem, ambiente familiar, portanto valores e exemplos que são transmitidos.
O jovem com transtorno de conduta tem a tendência permanente de apresentar comportamentos que incomodam e perturbam, com conduta inadequada, agressiva ou desafiante, além do envolvimento em atividades perigosas e até mesmo ilegais. Com cerca de 1 a 10% de prevalência em crianças e adolescentes, é um dos transtornos mais frequentes de encaminhamento ao psiquiatra infantil. O importante é diferenciar normalidade de psicopatologia, e verificar se esses comportamentos ocorrem ocasionalmente e de modo isolado, ou até mesmo se constituem síndromes, representando um desvio do padrão de comportamento esperado socialmente para pessoas da mesma idade e sexo em determinada cultura. É i m p o r t a n t e r e s s a l t a r q u e o transtorno da conduta não deve ser confundido com o termo “distúrbio da conduta”, que de forma muito abrangente e inespecífica é utilizado como nomenclatura de problemas de saúde mental que causam incômodo no ambiente familiar e/ou escolar. Observa se comumente que crianças e adolescentes desobedientes, que desafiam a autoridade de pais ou professores, com dificuldade para aceitar regras e limites costumam ser encaminhados aos serviços de saúde mental com a queixa de «distúrbios da conduta». Portanto, como se evidencia uma linha tênue entre os termos faz necessário um olhar cauteloso e cuidadoso quanto ao termo «distúrbio da conduta» que não é apropriado para representar diagnósticos psiquiátricos. Observam-se nestes jovens que o comportamento deles apresenta maior impacto nos outros do que em si mesmo, e não aparentam sofrimento psíquico ou constrangimento com as próprias atitudes, não se importam em ferir os sentimentos das pessoas ou desrespeitar seus direitos.
Descrição: Os transtornos de conduta são caracterizados por padrões persistentes de conduta dissocial, agressiva ou desafiante. Tal comportamento deve comportar grandes violações das expectativas sociais próprias à idade da criança; deve haver mais do que as travessuras infantis ou a rebeldia do adolescente e se trata de um padrão duradouro de comportamento (seis meses ou mais). Quando as características de um transtorno de conduta são sintomáticas de outra afecção psiquiátrica, é este último diagnóstico o que deve ser codificado.
Sintomas: manifestações excessivas de agressividade e de tirania; crueldade com relação a outras pessoas ou a animais; destruição dos bens de outrem; condutas incendiárias; roubos; mentiras repetidas; cabular aulas e fugir de casa; crises de birra e de desobediência anormalmente frequentes e graves. A presença de manifestações nítidas de um dos grupos de conduta precedentes é suficiente para o diagnóstico mas atos dissociais isolados não o são.
Incidências: é mais frequente entre os 12 e 16 anos, sendo quase 4 vezes mais comum no sexo masculino. Cerca de 20% também possuem algum transtorno de aprendizagem, como dificuldade em se concentrar, em se expressar oralmente ou na escrita ou de memória resultando em desempenho inferior a média na escola.
Causas: O ambiente familiar e social tem papel importante no desenvolvimento e manutenção de transtorno de conduta. O comportamento de oposição e desobediência está associado a pais e irmãos agressivos e negligentes, divórcio dos pais, grandes famílias, mães jovens, baixa condição socioeconômica, apenas um cuidador.
Subtipos:
F91.0 Distúrbio de conduta restrito ao contexto familiar: Transtorno de conduta caracterizado pela presença de um comportamento dissocial e agressivo (não lembrado a um comportamento de oposição, provocador ou perturbador), manifestando-se exclusiva ou quase exclusivamente em casa e nas relações com os membros da família nuclear ou as pessoas que habitam sob o mesmo teto. Para que um diagnóstico positivo possa ser feito, o transtorno deve responder, além disso, aos critérios gerais citados em F91.-; a presença de uma perturbação, mesmo grave, das relações pais-filhos não é por isso só suficiente para este diagnóstico.
F91.1 Distúrbio de conduta não-socializado: Transtorno de conduta caracterizado pela presença de um comportamento dissocial ou agressivo persistente (que responde aos critérios gerais citados em F91.- e não limitado a um comportamento de oposição, provocador ou perturbador), associado a uma alteração significativa e global das relações com as outras crianças.
F91.2 Distúrbio de conduta do tipo socializado: Transtorno de conduta caracterizado pela presença de um comportamento dissocial ou agressivo (que responde aos critérios gerais citados em F91.- e não limitado a um comportamento de oposição, provocador ou perturbador) manifestando-se em indivíduos habitualmente bem integrados com seus companheiros.
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A auto imagem, ou melhor, grande parte de sua construção, ainda é associada aos padrões culturais. Crescemos com a exposição de ideais de beleza, sucesso, felicidade, profissionalismo, mas cada um desses estão carregados de padrões do que acredita-se que “é o melhor” para nós. Somos humanos, e como tais somos plurais demais para sermos reduzidos a certos padrões. Todos possuímos histórias distintas, viemos de famílias diferentes, possuímos um conjunto de crenças e valores que são só nossos, e tudo isso sem contar as experiências específicas que nos fazem quem somos. A compreensão do próprio Eu e seu conhecimento, são fundamentais para perceber-se a si e buscar a satisfação. A partir do momento em que temos acesso a nossos gostos, preferências, fraquezas, incoerências, determinamos o nossos objetivos e concomitantemente nossos ideais de felicidade, sucesso, beleza. Que através do vídeo desta semana consigamos, perceber como a mídia, entre tantos outros meios, tem sido atuantes na formação de nossos padrões, que podem ser facilmente manipuláveis quando falta autoconhecimento.

Veja por que temos um padrão de beleza absolutamente ridículo em apenas 37 seg


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Nossas inúmeras diferenças fazem de um cada tão fundamentais, a todo tempo aprendemos e ensinamos, e nossas especificidades nos fazem capazes disto. Existe um conceito chamado Esquema, que é justamente a forma como internalizamos nossos aprendizados e experiências. Cada um possui o seu conjunto e o realiza a sua maneira. Apesar das muitas tentativas de massificação e padronização, conhecer do que gostamos, ou não, e estar cercados por pessoas que nos amem pelos contras e a favores torna a vida mais leve. Em partly Cloudy temos dois amigos que apesar das contradições se compreendem e aceitam as individualidades de cada um, contribuindo para o crescimento de ambos.

Partly Cloudy.


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Gerar grandes sonhos, não é uma tarefa tão complexa, alcançá-los, sim trata de um grande empreitada. Muitas vezes apesar de bem traçado, o caminho até o objetivo é mais importante que a própria finalidade. Mas e quando chegamos ao fim e não sentimos o que acreditávamos que deveríamos sentir? Ou nos desgastamos sem conseguir retirar nenhum proveito da jornada?
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Ao longo de nossas vidas, tratando de boas experiências, passamos recolhendo as melhores experiências e as transformamos em álbuns mentais, que recorremos sempre que precisamos nos lembrar sobre nós mesmos. Algumas apesar de doloridas nos fazem recordar de pessoas importantes ou não, apesar de tudo isso permanecem lá contando nossa história. Vez ou outra é preciso se perguntar qual história deseja-se contar no futuro, e como bons autores que podemos ser, não teremos muita escolha no final a não ser assumir a autoria.

No vídeo desta semana temos mais uma história contada através de animações que nos chamam a cuidar de nossas memórias em em construí-las.


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Muito do que somos hoje representa o esforço, investimento e ensinos de nossos cuidadores.
Esse conteúdo nos ajuda a estrear a vida, mas com o tempo percebemos como também é importante desenvolver nossas próprias experiências e retiras delas ensinamentos que também passaremos a frente. Somos construídos e nos construímos a medida que vivemos, e ás vezes podemos também ser percussores de novos conhecimentos. O válido mesmo é não passar sem aprender e ensinar. No vídeo desta semana, trago uma linda animação sobre o convívio entre três diferentes gerações e as descobertas que podem ser feitas em conjunto.

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O corpo ideal ainda tira o sono de muitas mulheres, e a busca continua difícil, mas as ferramentas para conseguir atingir o objetivo parecem multiplicar-se todos os dias. A eficácia de cada método, vez ou outra é refutada, mas a corrida continua e o alvo é sempre o mesmo: conseguir o corpo da moda. O que não paramos para observar é que este corpo “é da moda”, e como ela ele é variável e mutável a cada momento histórico. Quando começamos a pensar sobre, é fácil descobrir quão inatingíveis são os padrões desta área. A busca desenfreada passa a ser sem significado, e continua gerando todo o sofrer que continuamos a assistir nos noticiários. Estar bem com o próprio corpo é acima de tudo aceitar as próprias origens, genéticas, culturais e as demais, então também trata da construção da autoestima de cada um. No vídeo desta semana poderemos observar como padrões corporais tem sido mutáveis através das gerações, e como em geral são estabelecidas para não serem alcançados por todos.

Women s Ideal Body Types Throughout History .
https://www.youtube.com/watch?v=Xrp0zJZu0a4

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A Ansiedade trata-se de uma resposta aos nossos medos, mas este comportamento de forma generalizada, tem causado danos a diversos indivíduos. É importante estar atento aos riscos presentes na vida, mas na ansiedade em prol de medos relacionados ao futuro, o indivíduo deixa de viver e aproveitar o presente, e vê-se paralisado pelo medo. Ser ansioso hoje representa uma característica comum mas extremamente prejudicial, encontramos índices de doenças cardíacas mais frequentes em pessoas mais ansiosas, bem como pressão alta, adicção de substâncias, e etc. No vídeo desta semana, conceituando a ansiedade, buscamos auxiliar à aqueles que tem sofrido com o comportamento ansioso, a buscarem por ajuda e levarem vidas mais saudáveis.




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Pensamentos incontroláveis-

Ter pensamentos intrusivos é comum, mas muitas vezes eles nos inundam de forma que elevam ansiedade a níveis insuportáveis e podem nos fazer construir quadros obsessivos. Todo o conhecimento sobre “pensamentos ruins” adquiridos na psicologia, nos levam a entender que quanto mais nós evitamos, mais os pensamentos tornam-se frequentes e intensos. Uma das técnicas para livrar-se deles é a de não tentar evitá-los, a medida do possível deixar que eles concluam-se, e agir contra os comportamentos ritualísticos que podem surgir. Muitas pessoas sofrentes pelos comportamentos obsessivos, só conseguem procurar ajuda depois de muitos anos de sofrimento, para tentar ajudar neste sentido, o vídeo de hoje traz uma breve explicação sobre como livrar-se dos pensamentos incontroláveis.




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A SUA MEMÓRIA É BOA ?

Nossa memória representa a nossa construção enquanto ser, através dela mantemos conhecimento, e o aplicamos. O Alzheimer e outras demências nos dão a dimensão de como a degradação da memória afeta na perda do ser, muitas famílias tem sofrido com os resultados de tais doenças, e conhecer a forma como a memória funciona pode nos nos dar ferramentas para melhor ajudar quem enfrenta tais doenças, ou mesmo nos ajudar agir de forma preventiva e retardante sobre os “problemas de memória”. Nesta semana temos uma animação explicando sobre o modo de funcionamento da memória e como ela pode nos enganar.

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O atendimento psicológico ganha território a medida que seus resultados são conhecidos, mas afinal o que é a Psicologia e como ela pode nos ajudar? Sendo uma ciência muito recente, ainda atrai olhares desconfiados de muitos e em razão disto poucos ainda são beneficiados por ela.No vídeo de hoje traremos uma breve animação sobre a conceituação de psicologia que pode nos ajudar a explicar àqueles que nos questionarem. E ainda ajudar a compreender para que serve um psicólogo.



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ESQUIZOFRENIA - SINTOMAS, CAUSAS e TRATAMENTOS

Conhecer sobre os inúmeros transtornos mentais existentes, é uma realidade que só acontece quando aparece um caso próximo a nós. Mas como artigo de conhecimento é importante sabermos pelo menos superficialmente sobre alguns temas, pois podemos auxiliar aqueles que enfrentam a situação atualmente. No vídeo desta semana teremos uma explicação completa sobre esquizofrenia, nos auxiliando a aumentar o conhecimento sobre um tema tão difícil.

https://www.youtube.com/watch?v=xwz6nePehzc



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No curta de hoje temos uma reflexão sobre nossos medos. Por incrível que pareça estamos sempre tão perto das coisas que nos geram medo e alguns autores, estudantes do comportamento humano dizem que é uma tentativa de manter controle sobre aquilo que nos descontrola. Mas algo interessante, é que quando dominamos o medo por algo, é como se ganhássemos o poder sobre esse medo e então conseguimos confiança. No longa de hoje trataremos das tentativas em enfrentar temores.

The passenger
https://www.youtube.com/watch?v=OGW0aQSgyxQ

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Créditos: Chris Jonnes


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Que valorizamos nossas coisas isso é muito claro, mas quanto valor damos aquilo que tem importância para os outros?

Deveríamos tratar o que importa para o outro da mesma forma como gostaríamos que ele trata-se nossos tesouros. A reciprocidade e respeito ao outro, se usados como fatores a serem considerados antes de tomar qualquer decisão, nos impede como seres humanos de tomar tantas decisões, consideradas crimes contra a humanidade que tantos homens tomaram ao longo da história. A animação de hoje retrata como afetar o outro, pode nos destruir tanto quanto a ele.

https://www.youtube.com/watch?v=4lZafn26VM4

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crédito: ESMA Animation


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SERÁ QUE A PERFEIÇÃO É REAL?

Ou melhor, é possível alcançá-la? Temos vívido em um contexto histórico, que cobra a perfeição no trabalho, na forma de vestir, na aparência como um todo, e isso gera em nós o mesmo nível de exigência para com os outros. Precisamos compreender que os momentos históricos mudam em influem, mas não podem tirar o direito a felicidade e expressão de identidade individual. A perfeição assim como tantos outros ideais são utópicos e geradores de sofrimento. Reflita sobre o quanto suas expectativas são construídas pela busca da perfeição.

Créditos:
Creation,Direction and Production - Mauricio Bartok
Music -Andre Arruda and Wiliam Roscito
Sound FX and Mix - Jose Miguel


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O BURRO TEIMOSO
Motivação correta
Quantas vezes você já precisou realizar dada atividade e não tinha a menor vontade? Existem tarefas que apesar de nossas vontades, devem ser feitas. E a impressão que temos é a de que essas, costumam durar uma eternidade. Mas como seria tentar deixar essas atividades mais leves, inserindo pequenos detalhes que as tornem menos desconfortáveis. Podem usar música quando possível, ou pensar em novas estratégias para execução Para essa semana no curta abaixo veremos de forma divertida como tudo pode mudar a partir de uma ideia criativa..

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Psicóloga em Uberlândia-MG
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Como eu preciso disso!!!

Aprendemos com o passar dos anos que, principalmente a mídia, tende a acreditar que sabe exatamente do que precisamos. Mas tudo o que hoje nos é mostrado como de extrema necessidade realmente o é? Você costuma questionar sobre quais são suas reais necessidades? Ou prefere partir para a louca maratona de nunca ter o suficiente? No vídeo de hoje trazemos uma animação dedicada a mostrar como o impulso em conquistar padrões idealizados podem nos levar a comportamentos ilógicos, no intuito de responder as exigências.

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Crédito: Kevin Herron!
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Sexualidade Infantil

A atual geração de pais considera-se mais bem resolvida sexualmente do que as anteriores. Até flagrar o filho de apenas 3 anos se masturbando, fazendo Brincadeiras com os órgãos sexuais, tocando no próprio corpo, beijando a coleguinha na boca, imitando gravidez e ainda fazendo verbalizações e perguntas sobre as diferenças e partes do corpo, sobre de onde ele nasceu. Alguns ficam perdidos, sem saber o que fazer, outros simplesmente ignoram. Na sexualidade da criança não há erotismo nem malícia, que surgem por volta dos 8, 10 anos. Ela faz parte da aventura de descobrir o corpo – tanto o dela quanto o dos outros. "Essa curiosidade indica um desenvolvimento sadio", diz a psicanalista Maria Cecília Pereira da Silva.

A sexualidade é um fenômeno abrangente. Refere-se tanto ao sexo propriamente dito, como aos impulsos sexuais e às múltiplas manifestações erógenas e corporais que aparecem ao longo do desenvolvimento humano (o que os pais assuntam muito ao perceber que seus filhos não são anjinhos, são gente-zinhas de carne e osso igualzinho a eles que também tem ereção, que sentem prazer ao tocar suas partes íntimas), como também às diferenças de gênero (o que é ser homem e mulher, além da diferença nos órgãos genitais, há uma diferença social em ser homem e mulher), sexualidade envolve representações sociais e históricas que dele fazem parte como: o modo de vestir-se, de se comportar, as coisas de que se pode gostar, os valores que cada um deve ter, as atitudes que a sociedade espera que um homem e uma mulher tenham, as concepções, etc. Além disto, a sexualidade envolve a afetividade (o que é isto, vou explicar: a personalidade do ser humano é composta por três aspectos que estão presentes desde o seu nascimento e vão se desenvolvendo ao longo da vida, o aspecto motor, o cognitivo e o afetivo, e dentro do aspecto afetivo é que se encontra a sexualidade, que trás uma sensação, que afeta emocionalmente a si e ao outro). As crianças devem ser entendidas em suas diferentes dimensões, considerando os aspectos cognitivos, afetivos e motores. E ter filhos inteligentes e com potencial significa estimular cada uma destas dimensões. Devemos estimular os aspectos cognitivos, e fazemos isto ao ensinar as crianças o nome das cores, das partes do corpo, quando explicamos que colocar o dedo na tomada dá choques, que a terra é redonda, etc. estimulamos seu desenvolvimento motor quando a estimulamos a correr, pintar, escrever, etc. E estimulamos sua afetividade a todo instante, pois afetividade significa afetar o outro, seja numa interação de sala de aula, seja quando brincamos com ele, os elogiamos, e a sexualidade faz parte da dimensão afetiva da criança. Os pais devem entenderem que ter filhos inteligentes, afetuosos, é ter filhos com compreensão de todas as emoções, sensações do seu corpo.
Mitos E Curiosidades:
É importante destacar que as manifestações de sexualidade afloram em todas as faixas etárias.

Antes a concepção a cerca da sexualidade infantil era de que as crianças eram seres assexuados, como anjos. E somente com Freud que isto foi mudar. A concepção de que crianças eram seres sexuados foi difundida por Freud (1987) através de sua teoria sobre as fases do desenvolvimento psicosexual: oral, anal, fálica, etc. A psicanálise foi a primeira a mostrar que é um erro indefensável negar a sexualidade às crianças e supor que esta só se instala na puberdade.

A sexualidade adulta é o desenvolvimento da sexualidade infantil. Fagundes (1993) considera a sexualidade como um atributo inerente à pessoa humana, manifestando-se independentemente de qualquer ensinamento, ocupando o seu espaço como forma de expressão individual, reconhecida como necessidade intrínseca do ser humano. Pode-se percebê-la, assim, como um aspecto que transcende o biológico, tornando-se parte integrante da vida, relacionada ao desenvolvimento da personalidade, às relações interpessoais e à estrutura social.

Construir e Exercitar a Sexualidade é:
Exercitar papéis, que incluem modos de se comportar, de se vestir, de se relacionar, se portar, etc.
Então as crianças exercitam sua sexualidade quando vestem-se com as roupas dos pais, quando colocam seus sapatos e saem desfilando pela casa!!!
Quando brincam de coisas de menino e de menina!!!
Quando brincam de casamento!!! De papai e mamãe!!! De família!!!
Quando exploram as diferenças entre os órgãos genitais dos homens e das mulheres!!!
Quando fazem os jogos sexuais, quando se masturbam!!!

Sexo e Gênero

É importante destacar a natureza social e histórica do gênero e sua importância para a criança. Didaticamente, pode-se considerar que gênero é o conceito que se refere a um sistema de papéis e relações entre homens e mulheres, determinado pelo contexto social, cultural, político e econômico. Com efeito, enquanto o sexo biológico de uma pessoa é determinado pela natureza biológica, o gênero é construído: difere de uma sociedade para outra e pode ser alterado de acordo com a época.
Nesse contexto, infere-se que as relações de gênero são criadas pelos seres humanos: não se nasce, desse modo, com uma ou outra característica, mas se aprende a assumi-las no decorrer da vida, através das experiências sociais.
Então estas brincadeiras do slide anterior são fundamentais para a criança constituir sua identidade e assim sua opção sexual.

O Menino pode brincar de boneca?
Se o menino brincar de boneca quer dizer que ele será homossexual... as crianças ainda não definiram sua opção sexual na infância, ok, elas estão no processo de construção. A resposta para esta pergunta é: Não, brincar de boneca não define para todo o sempre a sexualidade da criança. Como dissemos é importante que a criança brinque para apreender os papéis, para ir construindo sua personalidade, para apreender as coisas (estão lembrados dos processos de incorporação e expulsão, a criança incorpora o que vê e reproduz com suas impressões para apreender aquele conteúdo). Desta forma, a brincadeira faz parte da constituição do eu, da personalidade, e ela expressa uma série de significados.

O menino pode estar reproduzindo as cenas que vê a mãe fazendo com seu irmão mais novo, as cenas que vê seu pai fazendo com ele, as cenas de sua irmã mais vela brincar com bonecas (é perfeitamente normal irmão imitarem os mais velhos). O menino pode brincar com revistas do justin biber (interrogação).Sim, isto não quer dizer que ele gosta de homens e sim que a mídia tem grande influência nos comportamentos infantis. Justin biber está na moda, é a onda, nós não tivemos a onda do balão mágico eles tem as novas ondas.

Talvez o que defina que o menino é homossexual são as injunções e mensagens dadas a ele e nunca o fato em si em brincar de bonecas, em ver revistas do justin. O que os adultos falam para as crianças sobre seus atos vão ensinado-lhes como se comportarem e como construírem suas identidades.

A mesma dica vai para as meninas que brincam de futebol, que vestem a roupa dos pais, dos irmãos mais velhos, em cada brincadeira a criança vai incorporar um aprendizado, a menina pode estar se identificando com muitas características do pai que são positivas, de ter amigos, de praticar esportes, de ser forte, e jogar futebol é apenas uma destas características que ela esta incorporando e se identificando.

Aí vai uma dica que não abrange só o tema sexualidade e sim educação dos filhos: A identidade da criança vai se constituindo com uma sequência de comportamentos, reforços destes comportamentos, punições. Uma criança vai se constituir teimosa quando ouve incessantemente que é teimosa, e então ela se comporta de forma teimosa e ouve ainda mais que é teimosa. Isto é o que chamamos de profecia auto-realizadora. O mesmo acontece com a sexualidade da criança, se ela ouve que é gay porque é um menino e brinca de bonecas, pode acontecer uma profecia auto-realizadora sobre sua opção sexual. Nas orientações de pais que faço no consultório eu costumo mostrar aquelas figuras da gestalt, de figura e fundo e dizer o que eles vêem, e cada um diz algo e eu ainda digo que vi outra coisa, e então falo a eles que é isto que deve ser mudado, ver as coisas de outra forma, com outro olhar, então digo para vocês vejam a sexualidade das crianças com o olhar delas e não com o olhar de adulto.

Eu coloquei uma figura de um pai ensinando a filha a andar de bicicleta para vocês refletirem que as crianças aprendem tudo conosco, aprendem mesmo. Elas falam porque são estimuladas a isto, elas andam porque nós as estimulamos, elas aprendem as cores, a dizer te amo, a amarem, os pais e educadores são verdadeiros mestres e por isto devem estar muito atentos a como reagem diante das brincadeiras e manifestações naturais da sexualidade das crianças, porque a forma como vocês reagem vai ser ensinado a criança e assim o modo como ela vai aceitar seu corpo e sua sexualidade vai depender de como vocês ensinam a elas a fazerem isto.

Meu filho teve ereção, isto é normal ?
Sim, é normal que a criança tenha ereções!! Esta ereção é apenas uma manifestação reflexa e não possui o mesmo significado do que uma ereção para o adulto. De acordo com alguns autores, as manifestações sexuais iniciam-se antes do nascimento (Masters e Johnson, 1988; Kaplan, 1983). Ereções penianas já foram captadas por exames de ultra-som, contudo, após o nascimento, é comum observar estas manifestações sexuais reflexas em meninos.

Portanto, do ponto de vista fisiológico, os tecidos e as fibras nervosas do pênis e da vagina estão suficientemente formados para que, desde o primeiro ano de vida, possam ocorrer ereções do pênis e lubrificações vaginais, de maneira espontânea ou como resposta à estimulação tátil (na troca fraldas ou no banho) (López e Fuertes, 1992).

Quando a criança possui apenas três anos todas estas características sexuais infantis ainda não são reações aprendidas, mas parte de uma herança biológica. (Kaplan, 1983).

Se a criança tiver ereção e perguntar o que é diga a ela que é uma sensação do seu corpo. Que os homens tem ereção, isto é normal.

Vi meu filho se masturbar e estou desesperada, não sei o que fazer!

A masturbação é perfeitamente normal. A criança quando nasce é um ser indiferenciado dos demais, seus gestos são apenas reflexos motores, ela é puro instinto, depois ela vai se diferenciando, vai elaborando cognitivamente que é separada de outro ser, e então ela descobre que tem um corpo, primeiro ela descobre que seu pé, sua mão e sua perna formam um só corpo, para os pais que não sabem é para isto que servem os joguinhos de juntar cabeça, com pé, com o tronco, e assim que ela descobre este corpo ela descobre as sensações que ele trás. E manipular os órgãos genitais traz uma sensação prazerosa, e como tudo que é bom ela vai voltar a fazer estas manipulações. Os adultos não estranham a criança apreender que se ela joga a bola esta cai, e não estranham ela repetir isto inúmeras vezes, mas a criança repetir as manipulações aí sim os adultos se incomodam. O que os pais devem compreender que manipular os órgãos genitais nada mais é do que um aprendizado da criança sobre seu corpo.

A masturbação sexual infantil, solitária ou não, é marcada, na maior parte das vezes, pela exploração do corpo, respondendo a um estímulo corporal imediato e não às representações subjetivas de fantasias eróticas adultizadas. Masturbação na infância não tem nada de errado, e nem de erotizado. Se querem filhos inteligentes e conscientes de seu próprio corpo não reprimam estas descobertas.

Durante as primeiras fases do desenvolvimento sexual infantil a descoberta do próprio corpo e a exploração de suas múltiplas possibilidades e características constituem um mundo próprio para a criança. A manipulação dos órgãos sexuais, que se organiza ao redor de 3 ou 4 anos, é uma das mais intensas descobertas infantis. A manipulação dos órgãos genitais proporciona intensa experiência de prazer para a criança. Não se trata ainda de uma busca intencional, daí ser absolutamente ridículo e descabido reprimi-la como “masturbação” ou “perversidade”. A manipulação obedece a impulsos biológicos e psíquicos que satisfazem às crianças e lhes proporcionam uma apropriação sensorial de seu corpo e suas potencialidades.

Mas claro, dever dos pais é orientar. Muitas vezes a criança passa a fazer isto na frente de outros adultos e isto pode gerar uma situação desconfortável para os pais, então ensinem-nas, oriente-as. Digam a elas que é ok elas gostarem de mexer nesta parte do corpo (no pipiu e na perereca), mas que isto deve ser feito quando estão sozinhas e que isto incomoda as pessoas. Ponham limites sem reprimi-las, ok.

Jogos Sexuais
Os jogos sexuais são evidenciados por meio das brincadeiras entre grupos de crianças que envolvem situações de toques e visualização do corpo, como ‘brincar de médico’, por exemplo. Nessas brincadeiras sexuais ocorre, sobretudo, a aprendizagem das diferenças e semelhanças corporais entre os sexos, proporcionando a construção da identidade em relação ao gênero e também a percepção corpórea de sensações prazerosas, tudo isso permeado pelos padrões sociais de comportamento.

Então, também são perfeitamente normais e saudáveis acontecerem estas manifestações. O que os pais e educadores devem fazer quando ver isto acontecer: os pais podem perguntar o que elas estão fazendo, e então elas vão dizer que ele tem um pipiu e ela uma perereca, ou dizer que estão mostrando um para o outro que eles tem, se as crianças nunca tiverem sido reprimida para falar sobre seu corpo vão surgir respostas assim espontâneas e inocentes, porque aqueles atos são espontâneos e inocentes. Então, os pais podem dizer que é legal elas saberem das diferenças entre os coleguinhas. Que agora elas são mais inteligentes e descobriram uma diferença entre elas. Então, converse com elas quais são as outras diferenças entre homem e mulher, no modo de vestir, nas funções sociais, e tratem o assunto de modo natural e espontâneo. Os pais podem dizer para elas que não é legal fazer isto na escola e que elas podem aprender estas diferenças em livros e perguntando aos pais e professores suas dúvidas em ser menino e menina. Podem dizer a elas que não fiquem fazendo isto toda hora porque cada corpinho é de cada um e deve ser cuidado, podem dizer isto, mas sem repressão, sem assustá-las, ok.

É importante ter em mente que o mundo do adulto não é o mesmo do da criança!!!!
Tanto os jogos sexuais, quanto a masturbação, quanto ereção não possuem o significado e a conotação erótica que tem para o adulto. Estas manifestações freqüentes da sexualidade infantil são consideradas saudáveis e importantes para o desenvolvimento integral da criança.

Não se trata ainda de uma busca intencional, daí ser absolutamente ridículo e descabido reprimi-la como “masturbação” ou “perversidade”.
Os comportamentos sexuais das crianças são fruto de: aprendizagem dos padrões sociais, mídia, imitação dos comportamentos adultos, impulsos biológicos e instintivos... etc.
É interessante destacar que as manifestações das crianças refletem a influência de padrões sociais, que são explícitos nos programas de televisão, por exemplo, ou na imitação de comportamentos adultos, a que as crianças cada vez mais têm acesso e percepção, tal como comentam Nunes e Silva (2000) e Ribeiro (2009).

As crianças vão aprendendo o mundo e as coisas através de um processo de incorporação e expulsão. Ela incorpora, passa por um processo de incubamento, e depois expulsa seu aprendizado com impressões pessoais. Ela faz isto desde muito pequena com manifestações que achamos natural, por exemplo, imitar a mãe cozinhar, imitar os pais falarem ao telefone. E depois ela também faz isto com a sexualidade, ele vê um beijo na TV e querem aprender como fazê-lo, aprende a imagem e reproduz com suas impressões ao beijar o coleguinha na boca, ao dizer que ama o coleguinha, que está apaixonado.

Já não é mais possível negar que as crianças são dotadas de sexualidade e estão expostas aos padrões sociais que regulamentam nossas ações e comportamentos. Ao mesmo tempo em que as crianças manifestam o prazer da descoberta do corpo, em situações de curiosidade, masturbação e jogos sexuais, também explicitam a imitação da sexualidade adulta, citando programas de televisão, expressões sexuais como beijo na boca e reprodução e padrões de gênero.

Atualmente, cada vez mais precocemente, as crianças têm freqüentado as escolas e convivem com diferentes situações de novos aprendizados. É um espaço de formação, que extrapola os cuidados com alimentação e higiene, uma vez que tem por finalidade promover o desenvolvimento infantil em vários aspectos: afetivo, cognitivo, social e físico (COSTA, 2003; FERNANDES, 1995).

Além disso, as informações sobre sexualidade aparecem nos programas televisivos, letras de músicas e diálogos entre os adultos e as crianças despertam cada vez mais cedo para curiosidades que vão além da reprodução e nascimento (MAIA, 2005; NUNES; SILVA, 2000; RIBEIRO,1990).

Manifestações sexuais dos alunos vão ocorrer no ambiente da escola, seja através da masturbação solitária, dos jogos sexuais ou da verbalização de suas dúvidas e curiosidades a respeito deste tema. Então, pais, não se assustem com os relatos das professoras, ok. E, nesse sentido, não é possível que se omita das crianças tanto o reconhecimento de sua sexualidade, como o esclarecimento a elas sobre a questão. Por isso, os adultos precisam estar preparados para não se omitirem, nem responderem com afirmações inadequadas e/ou fantasiosas.

Não é Saudável Reprimir as expressões Sexuais das crianças!!!
Vamos trocar a repressão pela Informação!!!!
Aceitar a sexualidade infantil é aceitar o sujeito em sua totalidade.
Os adultos devem estar preparados para orientar e informar!!!
Diante dessas manifestações sexuais infantis, bem como dos diálogos decorrentes de sua curiosidade sobre a temática, os adultos precisam estar preparados para não se omitirem ou responderem com informações inadequadas e/ou fantasiosas, pois isto pode privar a criança do reconhecimento de sua sexualidade, assim como fazer com que ela compreenda o assunto como algo errado ou sujo. Segundo Laviola (2006), é comum que o adulto, ao perceber algum comportamento da criança como sexual, reagir de alguma maneira a ele, seja informando, mentindo ou se omitindo.

Em geral, educadores – como pais, mães e professores(as) – costumam reagir diante das manifestações sexuais de filhos(as) e alunos(as) a partir de sua própria história de educação sexual, isto é, a partir de seus valores pessoais sobre o modo como foi construída a sua sexualidade e não de reflexões que lhes permitam separar o direito das crianças de receber esclarecimentos sobre suas próprias dificuldades no assunto.

As reações mais comuns dos adultos frente a descoberta da sexualidade infantil são : Ignorar ou Mistificar!!!

Nunes e Silva (2000, p. 3) comentam que as atitudes de pais e educadores diante da sexualidade de crianças costumam ser de dois tipos: uma, unilateral, inibidora e mistificadora, que ocorre quando os adultos tentam “apagar incêndios” diante das curiosidades sexuais das crianças; outra, omissa, que é quando “fingem que não veem”, o que para os autores se explica pelos “limites de nossa formação e impedimentos de nossa cultura e informação sobre o tema”.

Como posso orientar meu filho?
Os educadores e pais devem estar preparados para responder de modo claro, verdadeiro e objetivo às questões relacionadas ao corpo e à sexualidade (GAMBALE, VERGUEIRO, SILVA, 2006; SILVA, 2006), para os educadores, a transmissão de informações deve ser isenta de valores pessoais do educador o que pode favorecer o desenvolvimento da autonomia e da emancipação das crianças. Para isso, os educadores devem respeitar a necessidade de autoconhecimento de seus alunos, bem como promover discussões abertas, tratando do tema sem punições (FAGUNDES, 1992; NUNES; SILVA, 2000; FIGUEIRÓ, 2004; MAIA; MAIA, 2005; MAIA, 2006), buscando valorizar a dimensão sexualidade na educação infantil, enriquecendo as mediações educativas que buscam suprir todas as necessidades das crianças (FERREIRA, MELO, ROSA, 2003). Pais falem isto com os educadores, vcs são parceiros nesta.

A informação deve ser dita com uma linguagem que a criança entenda, se a criança é muito pequena com 2 anos não diga a ela vagina, pênis, ensine os nomes que seus pais lhe ensinaram e que fazem parte do sistema de valores de sua família. A informação deve ser objetiva e usar uma linguagem que a criança compreenda. Não se deve sentar com o filho para lhe explicar o que é isto...deixe que isto aconteça naturalmente, quando ele perguntar, crie um clima aberto e saudável dentro de sua casa.

O mais importante é que a informação dada seja adequada ao que exatamente a criança precisa saber naquele determinado momento de seu desenvolvimento!!!Para isto deve ser levado em conta: qual a curiosidade da criança, qual sua capacidade cognitiva, em que contexto a criança se encontra, etc.

Deve-se dar a informação apenas quando solicitada. Cada criança deve ser respeitada em sua individualidade e em seu próprio tempo e ritmo de descoberta!!!
Professores e pais de crianças possuem, muitas vezes, histórias carregadas de preconceitos, medos e opiniões negativas e vergonhasas a respeito da sua sexualidade e assim não sabem agir diante das manifestações da sexualidade infantil, e acabam na maioria das vezes, reprimindo, mistificando, sendo permissivo ou ignorando as dúvidas e fome de auto-conhecimento das crianças.

Quando mais velha a criança maior o número de informações que se pode dar!!!
A criança vai incorporando todo o aprendizado acumulado e naturalmente vai compreendendo cada vez melhor perguntas primitivas como de onde eu vim, como nascem os bebes, o que é ereção,etc.
Elas já se apropriaram das diferenças entre eu x outro, entre feminino x masculino, e também já se apropriaram do conhecimento de seu próprio corpo, de suas sensações, de suas reações a cada estímulo, do que significa a ereção noturna, etc.
As crianças querem saber o que é tesão, o que são dst, quais são os métodos contraceptivos, o que é sexo oral, etc. As informações devem ser dadas com precisão e objetividade. Os nomes e explicações dadas a elas já podem ser dadas com nomes mais científicos e mais apropriados.
A mesma regra sobre respeitar o tempo e o ritmo da criança vale pra a criança mais velha. Responda apenas o que for de sua curiosidade.
Falar de sexo estimula a iniciação sexual ?
Primeiro que a maioria das dúvidas iniciais não se referem a sexo e sim a sexualidade de forma ampla e geral, como vimos envolve falar de gênero, de diferenças entre homens e mulheres, entre seus órgãos genitais, entre comportamentos femininos e masculinos. E em segundo lugar que quanto mais velhas as crianças passam a ter curiosidade sobre o sexo. A criança que teve sua sexualidade tratada com naturalidade vai ter curiosidade sobre o sexo, já a criança que foi reprimida pode apresentar dificuldades e não se expressar, com seus pais e professores, sobre suas dúvidas.
Mídia como a vilã da história!!!
Além da televisão, a internet, que é um dos grandes símbolos da vida moderna e trouxe grandes avanços à sociedade, também acaba falhando em expor crianças e adolescentes. É possível perceber que ela conquista crianças e adolescentes, exercendo um fascínio que muitas vezes dificulta a reflexão sobre os conteúdos trazidos por ela. Muitas vezes um simples jogo infantil, com espaço para bate papo pode ser “perigoso”, quando se pensa na hipótese de um adulto tentar persuadir uma criança a participar de jogos sexuais, por exemplo, dando margem para práticas como a pedofilia e a exploração sexual.
Hoje, as crianças, além do fácil acesso, têm um interesse muito grande em todo esse universo de informações trazidas pela mídia. Porém, este fascínio é, na maioria das vezes, desfrutado sem a presença dos pais ou de algum adulto que possa lhe auxiliar na compreensão da informação, imagem ou vídeo produzido pela mídia, tendo em vista os discursos que são veiculados e seus possíveis efeitos nos processos de subjetivação das crianças. Uma vez desprotegidas, elas podem ficar, de certa forma, expostas à violência sexual.
É importante que os pais controlem o tipo de acesso que seus filhos tem as informações referentes ao sexo. A internet possui sites e informações imprecisas, que não só podem dar informações distorcidas as crianças como podem incentivá-las a promiscuidade e ainda expó-las a situações de exploração e violência. Estamos cansados de ouvir nos jornais casos de crianças que dão informações de seus endereços a criminosos, que acabam sendo engambeladas por pedófilos.

A importância da parceria com a escola!!!
Pais conversem com os professores, estabeleçam diálogos coerentes e linguagens comuns para explicar para as crianças sobre o corpo e a sexualidade. Isto é fundamental, pois muitas das manifestações e descobertas são feitas na escola com o contato com os coleguinhas.

A parceria deve ser feita desde os primeiros anos de vida da criança, desde as orientações sobre o que é ser homem e mulher, sobre a diferença dos órgãos genitais, sobre a descoberta do prazer nas áreas erógenas até mesmo a puberdade onde as informações sobre sexo e sexualidade são fornecidas de forma mais precisa e tem principalmente a função de orientar e prevenir os jovens contra DST, gravidez indesejada, relação sexual forçada, etc.

O trabalho sistematizado de orientação sexual dentro da escola articula-se, portanto, com a promoção da saúde das crianças e dos adolescentes, implementando ações preventivas para DST/AIDS .

A Orientação Sexual oferecida nas instituições escolares deve contribuir para o preenchimento de lacunas nas informações que a criança apresenta, proporcionando informações atualizadas do ponto de vista científico, ensejando oportunidades de formar opinião a respeito do que lhe é apresentado pela família, mídia e escola, discutindo diferentes tabus, preconceitos, crenças e atitudes existentes na sociedade, além de desenvolver atitudes coerentes com seus valores. Sendo assim, para trabalhar a partir dessa nova proposta, torna-se imprescindível que a escola e o professor adotem um posicionamento horizontal, de troca e questionamento mútuo, para construir conhecimentos conjuntamente, numa relação de igualdade e respeito. Importa verificar, também, como a família — uma das instituições responsáveis pela educação sexual dos jovens — está lidando com a sexualidade de seus adolescentes e percebendo a movimentação de algumas escolas em trabalhar com essa temática

Para um efetivo trabalho de educação sexual, é preciso que o educador mantenha-se disponível, independentemente de sua área de atuação, estabeleça uma relação efetiva de confiança, assumindo uma posição horizontal de diálogo, compreenda seus limites de trabalho no sentido de orientar e auxiliar os adolescentes na construção de seus valores, enfatizando a promoção de condutas saudáveis, sabendo, contudo, respeitá-los com prudência e coerência, ciente de que não pode gerenciar a vida do outro, apenas auxiliá-lo em sua elaboração.

A responsabilidade da educação sexual não se circunscreve aos docentes, abrangendo, da mesma maneira, a família e a sociedade, que, de modo geral, negligenciam seu papel na construção da identidade dos adolescentes

Uma parceria entre escola e família possibilitaria às crianças vivenciar a própria sexualidade sem medos, da maneira mais positiva possível, em uma tentativa de formar adultos bem informados e seguros no que diz respeito à sexualidade.

Minha filha nos pegou namorando. Estávamos só nos beijando e ela gritou: "Credo, vocês não têm nojo?"
É hora de explicar a ela que o ato parece esquisito à primeira vista, mas é uma das melhores coisas da vida. E que, se for quem a gente gosta, nunca será nojento, e sim muito gostoso. Lembre-se de que ela pode ter pensado em nojo, mas também pode ter apenas sentido ciúme de os pais estarem juntos sem ela.
2 - Meu filho gosta de mexer no pênis. Faz isso em qualquer lugar, desde que sinta vontade. Como dizer a ele que não dá para fazer isso na frente dos outros?
Ok, a situação é constrangedora, principalmente quando acontece na frente de pessoas não tão íntimas. Fazer alarde só incentivará o ato. Respire fundo e explique que, sim, as pessoas gostam de se tocar nessa parte do corpo porque dá uma sensação gostosa. Mas que se trata de algo muito particular e existe local certo para fazer isso, sozinho, e não na frente dos outros.
3 - De namorado, igual na novela. É assim que meu filho quer que sejam os meus beijos!
Não. Seja direta desde sempre: esse tipo de beijo só no papai. Diga que um dia ele terá uma namorada e vai beijá-la assim também. Dessa forma, você impede a idealização do amor pela mãe e deixa claro quais os papéis de pais e filhos. Cada um, cada um.
4 - Tomar banho comigo vai fazer meu filho se interessar por sexo mais cedo?
Crianças não funcionam assim. Tomar banho com um adulto não desperta vontade nele de ter relações sexuais, mas aumenta a curiosidade em relação às transformações corporais de meninas e meninos. Aí é o momento de você explicar que algumas mudanças hormonais vão ocorrer no corpo dele para prepará-lo para a idade adulta. Vale usar até desenhos didáticos para isso. Além de uma conversa divertida, o diálogo vai aplacar o interesse dele.
5 - Com apenas 5 anos, minha filha tem vergonha de ficar só de calcinha na piscina ou em casa. Isso é sinal de que a sexualidade já aflorou?
Não é para tanto. Mas respeite os limites dela, sem impor sua vontade. A atitude da menina pode ser sinal de que em algum momento os pais demonstraram a ela que não era legal ficar de calcinha. Então, pense no que já falou para ela. Por outro lado, crianças repetem nossos comportamentos e não é comum ver adultos desfilando de calcinha por aí, não é?
6 - Meu filho viu cenas de sexo na hora da novela.
É. Essas passadas na frente da televisão na hora da novela sempre causam rebuliço. Mas lembre-se de que, quando uma criança faz uma pergunta relacionada à sexualidade, precisamos tentar responder dentro do universo verbal dela, exatamente o que perguntou, sem ir além do necessário. Se é uma criança de 5 ou 6 anos, por exemplo, diga simplesmente que essa é uma maneira de namorar. Nessa idade, eles não têm conceitos específicos sobre sexualidade. Com uma criança mais velha, a resposta pode ser um pouco mais elaborada, revelando que se trata de uma forma de transar.
7 - Quando troco as fraldas de minha filha, de 1 ano, ela gosta de mexer na vagina e às vezes coloca um brinquedo no meio das pernas. Por que ela faz isso?
É muito simples. Ela faz isso porque está descobrindo que a região pélvica traz sensações gostosas. E isso acontece sem maldade ou malícia. É o início da descoberta de seu corpo. Essa etapa é natural. A criança vê o toque genital como algo que traz sensações muito boas, assim como qualquer outra região do corpo. Para ela, daria no mesmo mexer na orelha ou no cotovelo, por exemplo.
8 - Flagrei um garoto de 3 anos mostrando o pênis à minha filha. Fiquei estática!
Não é para menos! Ninguém imagina passar por isso na vida. É natural eles tentarem descobrir as diferenças corporais entre meninas e meninos. Mas crianças depois dos 5 anos merecem mais supervisão dos pais até para não se machucarem nessa exploração. O ato não é sinônimo de sexualidade precoce e, sim, de autoconhecimento. Agora, se você não sabe lidar com isso, invente outra brincadeira para eles.
9 - Sempre tomei banho com a minha filha. Agora, com 6 anos, começou a observar mais e brincar, dizendo que quer mamar no meu peito. Não sei como agir.
Ninguém disse que iria ser fácil ter filhos, não é? É normal nessa idade eles ficarem mais atentos e curiosos em relação às mudanças corporais. Não corra o risco de reprimir o seu filho, trate o assunto com naturalidade. Mostre seu corpo, deixe-a tocar e conte que quando crescer também será assim. Mas coloque um limite, ok? Explique que ela não é mais bebê e por isso não pode mamar no peito. Não erotizem tudo para as crianças.


Outros

“Todo dia ela faz tudo sempre igual...”

Tenho certeza que muitos conhecem esta musica de Chico Buarque, e trago ela para nossa conversa de hoje para refletirmos sobre o comodismo e a mesmice na forma como lidamos com os problemas da vida. Não raro observamos os problemas se repetindo em nossas vidas, e raramente observamos as repetições que nós mesmos cometemos diante destes problemas.

Pensamos, sentimos e reagimos as dificuldades cotidianas com um padrão comportamental repetitivo e enfadonho, sem realizar a auto critica sobre os comportamentos que assumimos diante dos obstáculos impostos. Tentamos enfrentar estas dificuldades usando as mesmas estratégias já usadas anteriormente e claro fracassamos novamente, pois só teremos um resultado diferente se nos comportamentos de modo diferente.

Existe um verso que retrata bem este processo.
1. Ando pela rua
há um buraco profundo no passeio
eu caio lá dentro
estou perdido - sem esperança
não foi culpa minha
após uma eternidade consigo sair.

2. Ando na mesma rua
há um buraco profundo no passeio
eu finjo que não vi
eu caio de novo lá dentro
não acredito que estou lá novamente
mas não foi culpa minha
após muito tempo consigo sair.

3. Ando na mesma rua
há um buraco profundo no passeio
eu vejo o buraco
eu caio de novo lá dentro - virou hábito
meus olhos estão abertos
eu sei onde estou
foi culpa minha
saio imediatamente.

4. Ando na mesma rua
há um buraco profundo no passeio
eu contorno o buraco.

5. Ando em outra rua.

Neste verso fica evidente que primeiro temos de identificar onde estamos errando, nos tornando conscientes dos nossos erros, e em seguida precisamos compreender que apenas tomar consciência muitas vezes não nos tornamos aptos para a mudança, isto ocorrerá em um processo lento e recaídas farão parte desse processo até nos tornarmos não só conscientes do problema mas competentes para lidar com ele.




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APRESENTAR REGRAS E SUPERVISIONAR O COMPORTAMENTO

Os limites dão segurança para as crianças, a partir deles elas têm parâmetros para saberem como devem se comportar e o que cada comportamento acarreta de consequência. A falta de limites pode levar a criança a tentar limites cada vez mais perigosos e ainda se a criança aprende este comportamento de ir cada vez mais longe, a adolescência poderá ser tumultuada. Quando você dá regras claras, de maneira consciente, as crianças, com o passar do tempo darão orientações para si mesmas, como por exemplo, atravessar a rua no sinal verde de pedestre, e assim, elas passam a controlar seus comportamentos. (WEBER, 2009)

Supervisionar as regras significa verificar se elas estão sendo cumpridas. Não adianta em nada ter escrito na geladeira regras da casa se elas não são supervisionadas e nem menos colocadas em prática. Se a regra é arrumar a cama, e você nunca entra no quarto de seu filho para verificar se ele a cumpre ou não, a regra não está sendo supervisionada e as chances de todas as orientações dadas no curso funcionarem são nulas, uma vez que não se supervisiona as regras estabelecidas.
SER CONSISTENTE E COERENTE

A consistência das regras é algo fundamental para que elas funcionem. Ser consistente é sempre aplicar as regras da mesma maneira, com os mesmos antecedentes e consequentes, sem dar surpresas e mensagens incongruentes para a criança. Sendo assim, aplicar regras de modo consistente implica então em apresentar uma rotina para as crianças, com estabilidade, segurança, horários e hábitos. Quando se tem uma rotina, a criança consegue identificar os antecedentes e consequentes com maior facilidade, e assim terá uma maior probabilidade de seguir as regras estabelecidas. (WEBER, 2009)

É válida e envolvente a ideia de um quadro de regras em casa, em que as funções de cada membro da família, os horários e rotina são discriminados. Isto permite que as regras fiquem claras para as crianças, economizam energia dos pais, além de evitar aquelas eternas negociações. A criança se sente segura e gosta de saber que é na quarta-feira o dia de pizza com os avôs. Por outro lado, saiba mostrar para a criança que deve se tiver flexibilidade diante deste quadro de regras, ensinando-a a lidar com imprevistos e mudanças.

Logo que as regras são colocadas, você deve ser firme e não ceder às chantagens emocionais de seu filho que provavelmente tentará quebrá-las, se não o NÃO virar um SIM você vai perder sua credibilidade e a criança tenderá a repetir o comportamento de chantagem tentando obter o Sim já conquistado outra vez. Assim, pense bem antes de colocar a regra, pois você deverá cumprir o que estabeleceu com a criança. Seja justo, afetivo e consistente que dará certo. (WEBER, 2009)

Se atente também para os excessos de Não, se forem muitos eles perdem a eficácia, se forem o tempo todo e nunca se concretizarem a criança aprende que o Não, não é para valer. Portanto, novamente se alerta: “veja bem o que você diz, pois terá de seguir se deseja ter credibilidade de seu filho”. (WEBER, 2009)
As ameaças não cumpridas também perdem a credibilidade com a criança e assim você fica sem autoridade diante da criança. Não fale qualquer coisa sem pensar, respire, conte até dez e depois pense no que vai falar e fazer. Só depois de saber o que realmente vai ser eficiente dizer e fazer com a criança que você deve se dirigir a ela.

Para tanto, fica claro a importância da consistência nas regras, da mesma forma a coerência das mesmas é fundamental. Coerência e consistência devem andar juntas. Deste modo, as regras devem ser estabelecidas de modo coerente para a idade de cada criança. É importante ter o cuidado em não praticar excessos e nem mesmo exigências além do que a criança é capaz de realizar, perceba e reflita sobre o que é apropriado para a idade da criança.

É fundamental salientar que as crianças mais velhas, a partir dos 10 anos de idade, tem a necessidade de participarem das regras estabelecidas, de serem ativas na elaboração das regras familiares junto dos pais. E isto vai além de uma necessidade, interfere intimamente no engajamento que a criança vai ter diante das regras, além de contribuir na formação de uma personalidade ativa e responsável do adolescente. Para tanto, os pais devem estar atentos para dar espaço para os adolescentes participarem na elaboração das regras e ainda dizerem o que não gostam no comportamento dos pais e o que desejam que estes modifiquem.
Sendo assim, os pais devem compreender as mudanças não só no nível das crianças, mas da família como um todo, incluindo eles mesmos. Deste modo, os pais também devem seguir as regras da casa, sendo os modelos a serem seguidos pelos filhos. Por outro lado, podem existir regras para crianças e para adultos, diferentes e coerentes para cada um, bem como podem existir diferenças de regras para os irmãos de acordo com a idade. (WEBER, 2009)
Uma boa disciplina positiva deve ter mais atos de prevenção do que de punição. Deixe fora do alcance das crianças às circunstâncias e antecedentes que podem gerar conflitos ou problemas. (WEBER, 2009)


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USAR CONSEQUÊNCIAS POSITIVAS: REFORÇAR, ELOGIAR, VALORIZAR
É realmente tentador olhar com uma grande lupa os aspectos negativos de seus filhos e ignorar os positivos, mas é preciso aprender a perceber os acertos e as coisas boas dos filhos. A educação voltada para os acertos faz parte de uma disciplina positiva que permite com que seu filho obedeça às regras de casa e saiba como se relacionar com os familiares e amigos.
Todos nós desejamos uma coisa mais do que tudo: o amor e a atenção, com as crianças não é diferente. Necessitamos de toque, carinho, reconhecimento. Isso nos alimenta e torna-se um elemento a mais para contribuir no desenvolvimento humano. Quando elogiamos, valorizamos e reforçamos os comportamentos positivos estamos aumentando a autoestima e o otimismo da criança. A criança aprende que o que ela faz tem valor, sentindo-se mais capaz, mais competente para atuar no mundo. Diminui a existência de comportamentos inadequados para chamar atenção e promove um melhor relacionamento entre a família.
Deste modo, partimos da reflexão de que quando valorizamos um comportamento adequado estamos reforçando sua probabilidade de ocorrer novamente. Ou seja, o conceito de reforço positivo envolve valorizar o comportamento da criança, aumentando as chances que este se repita. Se uma criança não consegue ter comportamentos pró sociais que consiga que os outros lhe deem amor e atenção, ela pode começar a emitir comportamentos antissociais para conseguir o mínimo de atenção e carícia, mesmo que estas sejam negativas. Para tanto, vamos ficar atentos e sempre que seu filho estiver fazendo algo certo, reforce positivamente. Portanto, Cuidado para não dar atenção em demasia aos comportamentos inadequados, se os pais fazem isto, a tendência é que estes comportamentos se repitam para obter atenção.
É preciso estar atento para que o reforço aconteça depois dos comportamentos desejados serem emitido pela criança. Não há como reforçar antes dos comportamentos acontecerem, isto não seria reforço e seria significado pela criança de outra maneira, muitas vezes de um modo prejudicial.
Quais são os tipos de reforçadores:
1- Reforços Sociais: São os mais indicados. São os elogios, abraços, beijos, sorrisos, contato visual positivo, um bilhete afetuoso, etc., enfim, gestos verbais e não verbais positivos.
2- Atividades Reforçadoras: Também são muito indicadas. Baseia-se em permitir que a criança faça alguma atividade que goste, a sua atividade preferida, a qual não tem muitas oportunidades de fazê-la. Devemos ter cuidado apenas permitir que a criança faça uma atividade prazerosa quando se comportar de modo extremamente adequado, não podemos condicionar o prazer a um comportamento penoso e sofrido para a criança, se assim for feito a criança poderá crescer com a crença de que: “para se conseguir algo deve se esforçar muito e sofrer para isto”, não se permitindo desfrutar e ter prazer na vida.
3- Reforço Material: Se usados em equilíbrio, podem ajudar. Podem incluir desde um bombom à um brinquedo que a criança deseje muito, ou até mesmo um lanche especial. Recomenda-se que este tipo de reforço deva ser usado esporadicamente, e ser complementado com um sistema de fichas ou pontos oferecidos a uma quantidade “X” de comportamentos adequados emitidos pela criança. O cuidado aqui tem de ser para a criança não cresça com a ideia de que “ter é mais importante que ser”, ou até mesmo crescer com a ideia de que “as recompensas na vida são só aquelas materiais” e não emocionais e sociais.
Ao usar o reforço social, que é o mais indicado, descreva o que seu filho está fazendo, não diga apenas: -“Que bonito”, mas sim: - “Puxa, eu notei que você desenha com muita criatividade”. Seja especifico: -“Gostei que você guardou as bonecas no lugar”, e não simplesmente - “Você é querida”. Ensine-o a perceber sentimentos bons de suas próprias atitudes: -“Você jogou muito bem hoje, deve estar orgulhoso de você mesmo”.

Fique Atento!
Reforce o dialogo: Dê atenção quando seu filho vier conversar com você, quando der uma opinião e falar de suas dúvidas, opiniões, preferências, etc.
Elogie somente se for de verdade, as crianças tem percepção e sabem reconhecer incoerências e inconsistências em suas falas e comportamentos.
Reforço não é suborno! Reforçar é aumentar a probabilidade de seu filho se comportar de maneira positiva. Subornar é, por exemplo, você oferecer uma recompensa para ele parar de se comportar de maneira errada: -“Se você parar de gritar eu compro o chocolate que você quer”. Isto não é saudável, você está reforçando (aumentando a probabilidade deste comportamento inadequado ocorrer novamente) um comportamento inadequado.
Não compare com outros, compare o desempenho dela com ela mesma: -“Esta redação está muito melhor do que a do mês passado”.

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REFORÇAR, ELOGIAR, VALORIZAR - "PSICÓLOGA EM UBERLÂNDIA"


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Você é surdo?

Em muitas circunstâncias difíceis de nossa vida aquilo que as pessoas nos dizem acaba interferindo na forma como enfrentaremos a situação. Você já se perguntou como reagiria se não pudesse ouvir aquilo de negativo que dizem a seu respeito. No vídeo de hoje traremos uma mensagem de reflexão sobre a importância dada e o peso da opinião alheia.


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O Vendedor de Fumaça.Você quer comprar vento?

Podemos nos enganar quanto ao julgamento que fazemos aos outros? Com certeza, quem já passou por uma situação onde no final alguém não era na verdade o que parecia ser, me responderá de forma positiva essa afirmação. Algumas pessoas chegam a dizer que vimos o que queríamos ver, e em algumas situações podemos assumir, sim, que nos deixamos levar por nossa vaidade e ganância. Muitas vezes enganadas, por essa, nos expomos a acreditar em situações pouco confiáveis visando a bonificação futura. No vídeo dessa semana traremos uma animação relativa a possível atuação de pessoas consideradas oportunistas dessas situações onde nos deixamos enganar.


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Sobre a Finitude

Que seja eterno enquanto dure!

A animação desta semana traz reflexões complexas e muitas vezes doloridas para quem passa pelo luto de um ente querido. Através do vídeo podemos pensar sobre a finitude e fugacidade da vida, levando-nos a perceber o quão importante é vivenciar cada instante, estar no aqui e agora de suas relações, cuidar de quem está ao nosso lado e de nós mesmos. É possível refletir também sobre o surgimento dos sentimentos nas relações, compreendendo que eles aparecem por meio dos encontros, e não há quem não seja capaz de aprendê-los e expressá-los.


Sobre a liberdade

Antes de Liberdade, Autonomia!
O curta desta semana é dedicado especialmente aos jovens, nele reflexões acerca da liberdade podem ser exploradas profundamente! O vídeo nos mostra que para ser livre é preciso antes ter autonomia, ser independente em alguns aspectos, conhecer as consequências das escolhas que fazemos e sermos capazes de nos responsabilizarmos por elas. A liberdade envolve muito mais do que apenas poder ir e vir, está relacionada à capacidade de compreender e lidar com as decisões que tomamos a todo momento.


Sobre a liberdade

Qual é a sua prisão?
A animação desta semana apesar de sombria traz reflexões importantes sobre a liberdade. É possível refletir por meio do curta que muitas vezes o que de fato nos aprisiona não é visível aos olhos, não é óbvio e nem mesmo nítido, mas sim muitas vezes está naquilo que não permite que nos desprendamos do sofrimento. Em outras palavras o que nos aprisiona é o que detém nosso coração, e não simplesmente as grades que nos cercam.


Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC

“Só um minuto eu vou lavar as mãos...” E voltou depois de 40 minutos.

Esse vídeo mostra de forma mais específica de que modo o TOC influência nas interações sociais dos sujeitos que o sofrem, tratando das perdas significativas no sentido sociocultural, como no emprego. Como um transtorno relativamente recente, quanto a sua admissão pelos órgãos de saúde, ainda presenciamos cenas onde o sintoma do TOC é confundido com a personalidade do indivíduo sofrente. Dessa forma o sujeito acaba sendo responsabilizado pelas consequências do transtorno, e não é diferente quando tratamos do ambiente de trabalho. Atrasos, não execução de tarefas todos justificados pela necessidade de realizar um ou outro ritual não é bem-encarado, e então nos deparamos com as demissões que reforçam a característica de rompimento com o meio social apresentado pelo transtorno.


Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC

O sofrimento enfrentado por pessoas com TOC
A animação dessa semana retrata o sofrimento gerado pela compulsão nos comportamentos repetitivos presentes no Transtorno Obsessivo Compulsivo. Em sua grande maioria os rituais tornam se cada vez mais complexos e consumidores do indivíduo que apresenta os sintomas. Daí ressalto a importância em se procurar ajuda especializada o quanto antes. Por ter característica progressiva muitas vezes não percebemos o evoluir do quadro até a sua manifestação mais grave. Sendo assim cuide-se! A prevenção e diagnóstico precoce ainda é a fórmula mais eficiente!


Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC

Quantas vezes você verificou se trancou as portas de casa antes de sair hoje?
No vídeo dessa semana trago aspectos descritivos da rotina de pessoas que convivem com o Transtorno Obsessivo Compulsivo(TOC). Para estas pessoas, em favor da necessidade de realização de inúmeros rituais e as consequências desses, os sujeitos veem suas relações sociais interferidas e extintas em favor dos comportamentos repetidos. Alguns chegam a não conseguirem cumprir com suas agendas de compromissos por precisarem de mais tempo pra a execução dos comportamentos ou por ter sido necessário iniciá-los novamente antes de sair de casa. Conviver com os sintomas do TOC ou com indivíduos sujeitos a ele, requer sempre uma alta tolerância ao controle, visto que esse controle de comportamentos e pensamentos permeiam todo o processo de manutenção dos rituais.


Uma celebração à vida

O vídeo mostra os diversos modos de apreender o mundo e tudo que ele tem pra oferecer, e deixa um questionamento: eu me meço pelo que me falta, ou por tudo aquilo que ainda assim possuo? Definirmo-nos levando em consideração o que nos falta nos impede de observar tudo o que resta ao nosso redor e dentro de nós.


Sobre as possibilidades

O vídeo mostra de modo muito sensível o fluir da vida, seus ganhos e perdas ao longo do desenvolvimento e a inevitabilidade da morte. Também é possível nos questionarmos ao assistir este vídeo sobre o modo que estamos utilizando e aproveitando o tempo que temos, quais as prioridades elegidas por nós mesmos neste tempo, já que o curta nos faz recordar que não apenas nós, mas também aqueles que amamos são finitos.


Sobre as possibilidades

Muitas vezes alguns episódios dolorosos pelos quais passamos ao longo da vida nos deixam descrentes em relação à vida, porém esse vídeo nos lembra da imensidão das possibilidades que nos cercam e muitas vezes não podemos perceber.


O bom-humor e seus benefícios

O vídeo retrata, de forma bastante divertida, a capacidade de o bebê manter-se bem- humorado mesmo diante do mau-humor de sua amiguinha, demonstrando que devemos oferecer o melhor que temos, mesmo quando os outros estão em um dia ruim.


A ausência de face do afeto

O vídeo mostra que o amor não possuí face, e é isso que o faz puro, ele mora nos gestos, e não há quem seja incapaz de senti-lo ou oferece-lo. Ele também permite a reflexão de que todos tem algo a oferecer, pois o abraço depende de que ambos os braços estejam abertos para que ele se concretize.


Sobre Inércia e valores

Mediante os compromissos de trabalho e os afazeres diários, a vida passa sem que a notemos, e em busca da felicidade não temos tempo para de fato olhar ao nosso redor onde a felicidade está e muito menos dedicamos tempo para contemplá-la.




Sobre Inércia e valores

Mediante a correria e a rotina a vida passa sem que a notemos, e em busca da felicidade não temos tempo para de fato olhar ao nosso redor e contemplá-la do modo como ela se mostra. Pensando nisso o vídeo questiona o que de fato tem valor?


A história de Sofia e a de muitos de nós

O vídeo traz para a discussão a história de uma cadelinha, chamada Sofia, que é deixada de lado após o nascimento da filha de seus donos, porém, é possível encarar a história como uma metáfora sobre a existência humana, que ao passar do tempo deixa de lado muitas relações, esquece o valor de algumas pessoas e não percebe a mágoa que pode causar ao outro, seja ele uma amigo felpudo ou um amigo como gente.


Sobre a importância de sonhar

O vídeo retrata a importância de constantemente nos perguntarmos o que queremos ser quando crescermos, pois crescer não é chegar à idade adulta, mas sim o movimento diário de olhar para frente e se construir enquanto ser humano.


Sobre o “saco cheio”

Quando estamos cheios de angústia, ansiedade e raiva, sentimo-nos tão pesados que até mesmo a atividade mais comum e fácil de realizar torna-se pesarosa e difícil. Tendo em vista isso o vídeo mostra por meio de uma metáfora que para obtermos sucesso é preciso repensar e deixar algumas coisas para trás.


De onde vem o sucesso?

O vídeo escolhido para esta semana propõe o quanto a inteligência emocional é fundamental para a conquista de nossos objetivos e sonhos. Fica evidente que não basta estarmos aptos, termos nos preparado, idealizado uma conquista, termos nos dedicado e nos desenvolvido para atingir determinado objetivo pessoal, se não estivermos capacitados emocionalmente. A falta de preparo emocional faz com que qualquer imprevisto ou adversidade no meio do caminho nos impeça de alcançar nossos objetivos. A habilidade emocional, a determinação e obstinação, juntamente com a autoconfiança e coragem são fundamentais para o alcance de seus objetivos e assim do sucesso.


De onde vem o sucesso?

O vídeo mostra que não basta ser apto, ter boas características e parecer mais capacitado para enfrentar as situações, o verdadeiro sucesso encontra-se na coragem de enfrentar as adversidades que aparecem pelo caminho.


Sobre a tolerância e a destruição

O PREÇO DA ARROGÂNCIA
“Saia da minha frente, você sabe com quem está falando?”
O vídeo desta semana nos mostra os perigos aos quais a arrogância pode sujeitar os indivíduos, demonstrando o quão importante é sempre ser razoável e considerar o outro. A arrogância pode esconder o medo de rejeições e críticas, o sentimento de inferioridade, a intolerância, deter outras questões.
Infelizmente nem todos se propõe a compreender o que está por detrás da arrogância e assim não se propõem mudanças. Entre as ações arrogantes o maior prejudicado pode ser aquele que as emite e as consequências podem ser catastróficas para esta pessoa.

Assista também:
https://youtu.be/10F_f4hr-KA
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Sobre a tolerância e a destruição

A raiva e suas consequências

O vídeo escolhido para esta semana retrata situações de conflitos, onde duas pessoas ao defender seus interesses e atender suas necessidades acabam gerando problemas maiores para si mesmos. Tantas vezes entramos em um conflito por inabilidade em se colocar no lugar do outro e incapacidade de negociar, assim usamos da raiva ao invés da assertividade para resolver nossos problemas. A raiva e intolerância causam sempre uma destruição interior e afetam diretamente nosso bem-estar, nos levando muitas vezes a perder não apenas com o desgaste de ter entrado em conflito com alguém como também a perder de vista o real motivo pelo qual entramos no conflito.


Sobre a tolerância e a destruição

O vídeo retrata a irracionalidade da intolerância, pois ao ocupar-se da raiva do outro a destruição é interna, e afeta na verdade o que construímos e nosso bem-estar, e não ao outro a quem a direcionamos.






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